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Bahia alcança 13.899 casos de coronavírus e tem 460 óbitos

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Foto: Reprodução Internet

A Bahia registra 13.899 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 15,82% do total de casos notificados no estado e 460 óbitos. Cumpre ressaltar que 190 casos confirmados aguardam validação dos municípios. Considerando o número de 13.899 casos confirmados, 3.965 recuperados e 460 óbitos, 9.474 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos. Na Bahia, 2.094 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Os casos confirmados ocorreram em 246 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (62,83%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Uruçuca (4.239,97), Ipiaú (3.923,88), Itabuna (3.878,57), Ilhéus (3.172,61) e Salvador (2.998,59)

O boletim epidemiológico registra 35.981 casos descartados e 87.847 notificações em toda a Bahia. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste domingo (24).

Taxa de ocupação
Na Bahia, dos 1.475 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 728 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 49%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 610 leitos exclusivos para o coronavírus, 375 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 61,5%. Cabe ressaltar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia. Intercorrências com equipamentos, rede de gases ou equipes incompletas, por exemplo, inviabilizam a disponibilidade do leito. Ressalte-se que novos leitos são abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Exames
O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) realizou 44.772 exames do tipo RT-PCR, que é o padrão ouro para identificar o genoma viral do coronavírus, no período de 1° de março a 24 de maio de 2020.

Óbitos
414º óbito – mulher, 70 anos, residente em Salvador, portadora de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Internada dia 12/05, veio a óbito dia 18/05, em hospital público, em Salvador;

415º óbito – homem, 52 anos, residente em Salvador, portador de obesidade e hipertensão arterial sistêmica. Internado dia 14/05, veio a óbito dia 19/05 em hospital público, em Salvador;

416º óbito – homem, 77 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Internado dia 18/05, veio a óbito no mesmo dia (18/05), em hospital público, em Salvador;

417º óbito – homem, 84 anos, residente em Salvador, portador de obstrução intestinal. Internado dia 22/04, veio a óbito dia 07/05, em hospital público, em Salvador;

418º óbito – homem, 54 anos, residente em Salvador, portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial. Internado dia 08/05, veio a óbito dia 17/05, em hospital público, em Salvador;

419º óbito – homem, 68 anos, residente em Salvador, portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial. Internado dia 06/05, veio a óbito dia 20/05, em hospital público, em Salvador;

420º óbito – homem, 60 anos, residente em Salvador, portador de diabetes mellitus e doença cardiovascular crônica. Internado dia 01/05, veio a óbito dia 16/05, em hospital público, em Salvador;

421º óbito – homem, 52 anos, residente em Salvador, portador de doença renal e insuficiência renal crônicas. Sem data de internação, foi a óbito dia 17/05, em hospital público, em salvador;

422º óbito – homem, 83 anos, residente em Salvador, portador de hipertensão arterial, doença pulmonar prévia e doença renal. Internado dia 28/04, veio a óbito dia 15/05, em hospital da rede particular, em Salvador;

423º óbito – mulher, 82 anos, residente em Salvador, portadora de diabetes mellitus e obesidade. Sem data de internação, foi a óbito dia 17/05, em hospital da rede particular, em Salvador;

424º óbito – homem, 59 anos, residente em Salvador, portador de insuficiência cardíaca congestiva e miocardiopatia isquêmica. Internado dia 05/05, veio a óbito no mesmo dia (05/05), em hospital público, em Salvador;

425º óbito – homem, 69 anos, residente em Salvador, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e insuficiência cardíaca grave. Sem data de internação, veio a óbito dia 26/04, em hospital da rede privada, em Salvador;

426º óbito – mulher, 59 anos, residente em Salvador, portadora de artrite reumatóide. Sem data de admissão, veio a óbito dia 16/05, em unidade pública, em Salvador;

427º óbito – homem, 93 anos, residente em Salvador, portador de hipertensão arterial. Sem data de internação, veio a óbito dia 20/05, em hospital da rede particular, em Salvador;

428º óbito – mulher, 88 anos, residente em Salvador, cardiopata e hipertensa. Sem data de internação, veio a óbito dia 19/05, em hospital da rede particular, em Salvador;

429º óbito – homem, 63 anos, residente em Salvador, portador de insuficiência cardíaca congestiva. Sem data de internação, veio a óbito dia 10/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

430º óbito – homem, 72 anos, residente em Salvador, portador de insuficiência renal crônica e diabetes mellitus. Sem data de internação, veio a óbito dia 08/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

431º – óbito – homem, 59 anos, residente em Salvador, portador de anemia falciforme e insuficiência renal aguda. Sem data de internação, foi a óbito dia 11/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

432º óbito – homem, 38 anos, residente em Salvador, portador de diabetes mellitus. Sem data de internação, foi a óbito dia 08/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

433º óbito – mulher, 60 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Sem data de internação, veio a óbito dia 12/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

434º óbito – homem, 46 anos, residente em Salvador, portador de hipertensão arterial. Sem data de internação, veio a óbito dia 10/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

435º óbito – homem, 64 anos, residente em Salvador, sem comorbidade, data de internamento não informada, veio a óbito dia 14/05, em unidade da rede pública, em Salvador.

436º óbito – mulher, 75 anos, residente em Salvador, comorbidades diabetes e hipertensão arterial, data de internamento não informada, veio a óbito dia 09/05, em unidade da rede pública, em Salvador.

437º óbito – homem, 33 anos, residente em Salvador, sem comorbidades, data de internamento não informada, veio a óbito dia 14/05, em unidade da rede pública, em Salvador;

438º óbito – mulher, 50 anos, residente em Salvador, portadora de diabetes mellitus. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 14/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

439º óbito – homem, 84 anos, residente em Salvador, portador de diabetes mellitus. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 15/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

440º óbito – mulher, 81 anos, residente em Salvador, portadora de sequelas de acidente cardiovascular (AVC). Sem data de internação informada, veio a óbito dia 17/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

441º óbito – mulher, 61 anos, residente em Salvador, portadora de hipertensão arterial e obesidade. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 20/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

442º óbito – homem, 82 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 20/05, em hospital da rede federal, em Salvador;

443º óbito – mulher, 87 anos, residente em Salvador, portadora de senilidade, veio a óbito dia 21/05, em hospital da rede privada, em Salvador;

444º óbito – mulher, 63 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 21/05, em hospital da rede privada, em Salvador;

445º óbito – mulher, 49 anos, residente em Salvador, portadora de diabetes mellitus, e hipertensão arterial, veio a óbito dia 17/05, em seu domicílio, em Salvador;

446º óbito – mulher, 61 anos, residente em Salvador, portadora de diabetes mellitus e hipertensão arterial, veio a óbito dia 14/05, em seu domicílio, em Salvador;

447º óbito – mulher, 69 anos, residente em Salvador, sem comorbidades. Sem data de internação, veio a óbito dia 12/05, em unidade da rede pública, em Salvador;

448º óbito – homem, 69 anos, residente em Salvador, portador de hipertensão arterial e cardiopatia não especificada. Sem data de internação informada, veio a óbito dia 20/05, em hospital da rede pública, em Salvador;

449º óbito – mulher, 79 anos, residente em Salvador, portadora de demência. Internada dia 12/05, veio a óbito dia 19/05, em hospital da rede privada, em Salvador;

450º óbito – homem, 57 anos, residente em Salvador, comorbidade diabetes, internado no di15/05, veio a óbito dia 22/05, em unidade filantrópica, em Salvador;

451º óbito – mulher, 67 anos, residente em Salvador, comorbidades diabetes e hipertensão arterial, internada no dia 07/05, veio a óbito dia 13/05, em unidade da rede pública, em Salvador;

452º óbito – mulher, 68 anos, residente em Salvador, comorbidade neoplasia, internada dia 05/05, veio a óbito dia 17/05, em unidade da rede pública, em Salvador;

453º óbito – homem, 71 anos, residente em Ilhéus, sem comorbidades, internado no dia 07/05, veio a óbito dia 16/05, em unidade da rede pública, em Ilhéus;

454º óbito – homem, 102 anos, residente em Ilhéus, comorbidade hipertensão arterial, internado no dia 04/05, veio a óbito dia 16/05, em unidade da rede pública, em Ilhéus;

455º óbito – homem, 84 anos, residente em Ilhéus, comorbidade hipertensão arterial, internado no dia 08/05, veio a óbito dia 12/05, em unidade da rede pública, em Ilhéus;

456º óbito – mulher, 72 anos, residente em Ilhéus, sem comorbidades, internada no dia 14/05, veio a óbito dia 22/05, em unidade da rede privada, em Ilhéus;

457º óbito – mulher, 67 anos, residente em Uruçuca, comorbidade hipertensão arterial, internada no dia 02/05, veio a óbito dia 02/05, em unidade da rede pública, em Uruçuca;


458º óbito – mulher, 86 anos, residente em Uruçuca, comorbidades hipertensão arterial e diabetes, internada no dia 27/04, veio a óbito dia 17/05, em unidade da rede privada, em Ilhéus;
459º óbito – mulher, 64 anos, residente em Itacaré, comorbidade diabetes e hipertensão arterial, internada no dia 04/05, veio a óbito dia 16/05, em unidade da rede pública, em Ilhéus;

460º óbito – homem, 66 anos, residente em Uruçuca, comorbidade hipertensão arterial, internado no dia 06/04, veio a óbito dia 17/05, em unidade da rede pública, em Uruçuca.

Faixa etária
Quanto ao sexo dos casos confirmados, 44,05% foram do sexo feminino, 36,49% do sexo masculino e 19% sem informação. A faixa etária mais acometida foi a de 30 a 39 anos, representando 21,81% do total. O coeficiente de incidência por 1.000.000 de habitantes foi maior na faixa etária de 80 ou mais (1.462,60/1.000.000 habitantes), indicando que o risco de adoecer foi maior nesta faixa etária, seguida da faixa de 30 a 39 anos (1.321,64/1.000.000 habitantes).

Ressaltamos que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações em www.saude.ba.gov.br/coronavirus.

Critérios para os exames da Covid-19
No Sistema Único de Saúde (SUS), a coleta de amostras para a realização do exame RT-PCR, que é o padrão ouro para a identificação do genoma viral, deve ocorrer em cinco situações: pacientes internados com suspeita de coronavírus, independente da gravidade; pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG); profissionais de saúde com síndrome gripal suspeitos de Covid-19 ou que tenham tido contato com casos confirmados de coronavírus, mesmo que assintomáticos; pacientes que foram a óbito com suspeita de Covid-19, cuja coleta não pôde ter sido realizada em vida; e em indivíduos institucionalizados durante investigação de surtos da doença

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Covid-19: Bolsonaro se reúne com médicos que apoiam uso da cloroquina

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Foto: © Reuters/Direitos Reservados

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu na tarde desta terça-feira (8), no Palácio do Planalto, com médicos que apoiam o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19. O medicamento, que não tem eficácia científica comprovada, pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente. O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, não participou do evento, que foi transmitido ao vivo por uma rede social do presidente. 

“Hoje, muitos estudos mostram que a cloroquina pode evitar que pessoas sejam levadas à UTI [unidade de terapia intensiva], ou até mesmo entubadas. Pelo que tudo indica, alguns estudos também chegaram ao meu conhecimento, que o número de óbitos que poderia ser evitado era de até 30%. Lógico que os estudos não estão consolidados, isso demonstra, se for verdade, parece que sim, 30% de poucos mais de 120 mil, daria quase 40 mil pessoas poderiam ter suas vidas preservadas”, disse o presidente diante do grupo de médicos. Ele não detalhou sobre quais pesquisas estava se referindo.

“É um medicamento sendo testado, por que não [usar]? Não dá tempo de fazer uma pesquisa longa. Mas a avaliação do médico de que pode fazer efeito, e testar, é legítima. O Conselho Federal de Medicina [CFM] falou isso”, afirmou o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), que é médico e integra o grupo autointitulado Médicos Pela Vida, que reúne profissionais a favor do tratamento com a substância. Também participou a médica oncologista e imunologista Nise Yamaguchi, defensora do uso da cloroquina para a covid-19. Segundo ela, o tratamento com o medicamento auxilia o sistema imunológico do paciente.

“A cura da covid-19 existe fundamentalmente no nosso sistema imunológico. Existem pessoas que nunca vão pegar, cerca de 40%, existem pessoas que vão ter formas brandas, mas vão ter pessoas que vão ter sistema imunológicos inflamados e vão acabar indo para situações gravíssimas. A cura precoce é quando você permite que o paciente possa receber tratamento e ser rapidamente trazido o seu próprio sistema no combate ele consegue negativar o vírus e não ter a síndrome pós-covid”.  

Atualmente, está em vigor uma diretriz do Ministério da Saúde com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves. O tema, no entanto, gera muitas divergências entre especialistas e entidades de saúde.

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Estudantes e professores farão teste para o novo coronavírus no Subúrbio

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Foto: Elói Corrêa/GOVBA

O Governo do Estado inicia, na próxima segunda-feira (31), a testagem para o novo coronavírus no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Esta é a primeira etapa da testagem de estudantes, professores e funcionários na capital, depois que a ação foi realizada em Ipiaú, Itajuípe, Itabuna, Ilhéus, Uruçuca e Jequié, municípios com altos índices de contaminação.

A iniciativa faz parte de uma série de protocolos que vem sendo realizada pela Secretaria da Educação do Estado (SEC) para a retomada das atividades letivas, mesmo sem a data de retorno ainda definida. Uma novidade é que diferente dos outros municípios onde foi feita a testagem rápida, em Salvador, serão realizados testes do tipo PCR, que serão analisados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN).

A testagem envolverá, nesta primeira etapa, 12 escolas estaduais localizadas no subúrbio, com a previsão de alcançar uma comunidade escolar de 11.103 pessoas, sendo 10.392 estudantes, 224 funcionários e 487 professores. A testagem será feita das 8h às 12 e das 14 às 18 horas. De acordo com a programação, cada escola terá um dia para a testagem e cada gestão convocará a sua comunidade escolar, de modo a evitar aglomerações. 

O secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, falou sobre o contingente a ser alcançado no Subúrbio. “A nossa previsão é chegar a 30 mil pessoas testadas na região do Subúrbio Ferroviário de Salvador, pois vamos ampliar a ação para outras escolas, posteriormente. Além de servirem de base para a tomada de decisão sobre o retorno das atividades letivas, embora não estamos falando aqui de data para retorno, os dados da testagem permitem uma maior segurança para os estudantes, professores, funcionários e suas famílias, no enfrentamento do novo Coronavírus, e reforça o cuidado do governador Rui Costa com a nossa comunidade escolar”, afirmou.

Como será a testagem
A testagem acontecerá de forma centralizada nas escolas, denominadas de polos, nos bairros do Lobato, São João do Cabrito, Plataforma, Itacaranha e Alto da Terezinha. O objetivo é facilitar a ida dos estudantes, professores e funcionários para as unidades nos bairros onde estudam ou trabalham.

Calendário de aplicação
– No dia 31 de agosto, será realizada a testagem da comunidade escolar do Colégio Estadual Raymundo Matta, escola-polo do Lobato. Esta unidade sediará a testagem das comunidades escolares dos colégios estaduais Ailton Pinto, no dia 1º de setembro; e do Dalva Matos, no dia 02 de setembro.
– No dia 3 de setembro será realizada a testagem de estudantes, professores e funcionários do Colégio Estadual Tereza Helena Mata Pires, na própria unidade escolar.
– Nos dias 4 e 8 de setembro, será feita a testagem da comunidade escolar do CPM do Lobato, na própria unidade escolar.
– No dia 9 de setembro, será realizada a testagem da comunidade escolar do Colégio Estadual Aristides de Souza, escola-polo de São João do Cabrito e Plataforma. Esta unidade sediará a testagem da comunidade escolar do Bertholdo Cirilo, nos dias 10 e 11 de setembro; e do Colégio Estadual de Plataforma, no dia 14 de setembro.

– O Colégio Estadual Clériston Andrade será polo para os bairros de Itacaranha e Plataforma e testará nos dias 15, 16 e 17 de setembro a sua própria comunidade escolar; no dia 18 de setembro, a comunidade escolar do Colégio Estadual Josias de Almeida Melo; e no dia 21 de setembro, a comunidade escolar do Colégio Estadual Luiz Rogério de Souza.

– No Alto da Terezinha, haverá testagem apenas no Colégio Estadual Sara Violeta, que atenderá a sua própria comunidade escolar, nos dias 22 e 23 de setembro.

Para o atendimento, todas as unidades escolares foram preparadas com a higienização do local e disponibilização de álcool em gel e pias com sabão para a lavagem das mãos, além da exigência do uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Os professores e demais pessoas a serem testados deverão utilizar máscaras de proteção para o acesso aos locais. Ao entrar, todos são direcionados para a higienização correta das mãos.

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Pesquisa analisa relação entre isolamento social e doenças mentais

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Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

Uma pesquisa sobre o comportamento dos brasileiros durante o isolamento social mostra que as pessoas que deixaram o isolamento para se entreter, apresentaram piores níveis de adoecimento mental do que aquelas que continuaram em quarentena. O isolamento social foi uma das medidas adotadas por governos estaduais e municipais para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus.

“A pessoa que permaneceu em quarentena parece ter mais recursos emocionais, cognitivos, para ficar confinada, em comparação com aquelas pessoas que flexibilizaram para o entretenimento”, disse o coordenador da pesquisa, professor Alberto Filgueiras, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O estudo começou em março e está agora na terceira fase, de análise de dados. Os resultados da terceira fase, realizada entre os dias 20 e 25 de junho, deverão ser divulgados até o final deste mês, prevê Filgueiras.

Outro dado interessante é que pessoas que precisam sair para trabalhar costumam adoecer mais, do ponto de vista mental, do que aquelas que permanecem trabalhando de casa. “O advento do home office é protetivo do ponto de vista de saúde mental, comparado com pessoas que precisam sair para trabalhar”, apontou Filgueiras. Motoristas de ônibus, entregadores, profissionais de saúde que estão na linha de frente, todos apresentam quadros piores de sintomas de doenças mentais, completou.

Etapas

Participaram das duas fases anteriores do estudo, realizadas de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril, 1.460 pessoas de 23 cidades de nove estados brasileiros, que responderam a um questionário ‘online’ com mais de 200 perguntas. A pesquisa é coordenada pelo professor Filgueiras, do Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Esportiva (LaNCE), em parceria com doutor Matthew Stults-Kolehmainen, do Yale New Haven Hospital, dos Estados Unidos.

Nessa terceira fase, foram entrevistados 1.896 brasileiros de 16 estados, dos quais apenas 120 participaram das etapas anteriores. Segundo Filgueiras, não houve queda do nível de adoecimento mental em relação a abril. Nas duas etapas anteriores, as ocorrências de ansiedade e estresse apresentaram aumento de 80%. 

Embora ainda não possa afirmar com precisão, Filgueiras disse que “se a gente pensar que os dados de março são dados parecidos com a prevalência na população brasileira, além de ter dobrado desse momento para abril, provavelmente ainda teve um aumento para junho. Isso significa que nós estamos com duas vezes, pelo menos, mais pessoas doentes mentalmente do que comparado fora da pandemia. Isso é uma situação bem grave”.

Depressão

Alberto Filgueiras analisou que os casos de depressão, por exemplo, podem ter consequências graves. A mais básica delas é o suicídio. “É a ocorrência mais comum nos casos de depressão agudizada, quando ela está bem evoluída, além de dificuldades de trabalhar, de lidar com situações da vida. A pessoa perde a capacidade de fazer coisas básicas, como tomar banho, ela perde energia para trabalhar, para fazer as coisas, como se a vida fosse insossa para o deprimido”.

Os casos de ansiedade e estresse, por sua vez, podem resultar em doenças cardíacas, coronarianas, possíveis enfartes, gastrites, problemas estomacais, obesidade, anemia. “A alimentação fica desbalanceada. Muita coisa pode ser causada por esses quadros de ansiedade e estresse que a gente está observando”. Filgueiras afirmou que, muitas vezes, isso é tratado como se fosse um problema físico quando, na verdade, se trata de um problema de ordem mental que não está sendo detectado. “Isso é comum de acontecer”.

Os dados de março e abril revelaram que as mulheres são mais propensas do que os homens a sofrer com estresse e ansiedade durante a quarentena. Mas quem recorreu à psicoterapia pela internet apresentou índices menores desses dois problemas. (Alana Gandra)

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