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POLÍTICA

Ibope registra diferença de 32% entre Bruno Reis e Pastor Sargento Isidório

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Foto: Reprodução Internet

O resultado da pesquisa Ibope de intenção de voto à Prefeitura de Salvador, divulgada nesta segunda-feira (5), aponta que o candidato do DEM, Bruno Reis, lidera com 42% da preferência do eleitorado soteropolitano. A diferença entre Bruno e o segundo colocado, Pastor Sargento Isidório (Avante) é de 32 pontos percentuais.  Isidório (Avante) obteve 10% das intenções de votos.

Major Denice (PT) e Olívia Santana (PCdoB), aparecem empatadas no terceiro lugar com 6% dos votos. Dos 602 eleitores entrevistados, 8% não sabe em quem votar ou não respondeu a pesquisa. 

O levantamento, realizado entre os dias 3 e 4 de outubro, a pedido da TV Bahia, também mostra que 17% da população votaria branco ou nulo.

Confira os números:

Bruno Reis (DEM): 42%
Branco/Nulo: 17%
Pastor Sargento Isidório (Avante): 10%
Não sabe/Não respondeu: 8%
Major Denice (PT): 6%
Olívia Santana (PC do B): 6%
Bacelar (Podemos): 5%
Cézar Leite (PRTB): 3%
Hilton Coelho (PSOL): 2%
Rodrigo Pereira (PCO): 1%
Celsinho Cotrim (PROS): 0%

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Bruno Reis lidera corrida eleitoral; Veja

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Foto: Reprodução/A TARDE

O vice-prefeito Bruno Reis (DEM) foi o único candidato a oscilar positivamente acima da margem de erro e lidera a corrida eleitoral em Salvador com 43% das intenções de voto, conforme novo levantamento A TARDE/Potencial Pesquisa, realizado entre os dias 15 e 20 de outubro. Candidato do prefeito ACM Neto (DEM), Bruno tem 49% dos votos válidos. Para vencer no primeiro turno, precisa conseguir nas urnas mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e nulos).

Os outros três candidatos que melhor pontuaram estão empatados tecnicamente. Major Denice (PT) tem 8%, Pastor Sargento Isidório (Avante) aparece com 6% e Olívia Santana (PCdoB), com 5%.

Em seguida, Cezar Leite (PRTB) obteve 2%, enquanto Hilton Coelho (PSOL) e Bacelar (Podemos) tiveram 1%, cada um. Celsinho Cotrim (Pros) e Rodrigo Pereira (PCO) não pontuaram. Os indecisos são 21%, brancos e nulos somam 13% e 1% não quis responder.

Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BA-09090/2020, a pesquisa tem margem de erro de 3,46 pontos percentuais.

Esta é a primeira rodada da pesquisa realizada depois do início da campanha e da propaganda eleitoral. No primeiro levantamento, Bruno apareceu com 35% das intenções de voto, Sargento Isidório e Olívia Santana com 10% cada, e Major Denice (PT) tinha 7%.

Para o estatístico e especialista em marketing eleitoral Zeca Martins, sócio da Potencial Pesquisa, Bruno tem obtido êxito em se apresentar ao eleitorado como aquele que dará prosseguimento à atual administração municipal, bem avaliada por 70% da população. “A percepção das pessoas é de que vai existir essa continuidade. É como se fosse uma reeleição”, compara.

“Bruno cresceu de uma pesquisa para outra. Foi a única oscilação que mudou de patamar, e positivamente. Esse resultado não dá vitória no primeiro turno, mas está bem próximo. Está no limite de ter ou não (segundo turno). É um cenário bem difícil para os adversários, que terão que entender os melhores caminhos para aumentar o voto”, completa.

O levantamento também revela, destaca o diretor da Potencial, a dificuldade de Denice, candidata do governador Rui Costa (PT), em assumir o posto de adversária do vice-prefeito em um eventual segundo turno. “Até então, ela não conseguiu se deslocar daquele grupo para ser a pessoa que disputaria um segundo turno”, diz Martins.

Além de crescer oito pontos percentuais na estimulada, Bruno subiu ainda mais na espontânea – quando não são mencionados os nomes dos postulantes – passando de 21% em setembro para os atuais 36%. Ao mesmo tempo, houve recuo de 44% para 32% dos indecisos, o que sugere que uma larga fatia daqueles que não tinham candidato estão aderindo à candidatura do democrata. Além disso, Neto foi citado somente por 1% dos entrevistados, quando na rodada anterior foi a opção de 5% das pessoas ouvidas.

Entre os postulantes, o vice-prefeito é ainda o que tem o maior potencial eleitoral, já que 56% dos entrevistados responderam que com certeza votariam ou poderiam votar nele para prefeito. Aliado a isso, figura como aquele com menor rejeição – 27% afirmaram que não votariam nele de forma alguma.

A segunda rodada da pesquisa reforça que Isidório e Bruno são os dois candidatos mais conhecidos, com taxas de desconhecimento, respectivamente, por 12% e 16% do eleitorado. Em sua primeira disputa eleitoral, Denice conseguiu se tornar mais conhecida, com resultados semelhantes a Olívia Santana e Hilton Coelho. Responderam que não conhecem suficientemente a major 32% dos entrevistados, mesmo índice da deputada do PCdoB. Em relação ao psolista, 31% disseram não conhecê-lo bem.

Tão conhecido quanto Bruno, Isidório continua, por outro lado, sendo o candidato com maior rejeição. Entre os entrevistados, 68% disseram que não votariam no pastor de jeito nenhum

Regiões

Das 10 áreas pesquisadas, o candidato do DEM lidera com folga em nove, empatando tecnicamente com Isidório em Valéria, onde o vice-prefeito tem 29% das intenções de voto e o deputado, 25%. A região, no entanto, representa somente 3% do eleitorado da capital baiana.

A divisão territorial foi a mesma das prefeituras-bairro: Brotas/Centro, Subúrbio/Ilhas, Cajazeiras, Itapuã/Ipitanga, Cidade Baixa, Barra/Pituba, Liberdade/São Caetano, Cabula/Tancredo Neves, Pau da Lima e Valéria.

Bruno obteve seus maiores percentuais em Pau da Lima (56%) e Cajazeiras (55%), regiões que representam, respectivamente, 7% e 6% do eleitorado. Foi também em Cajazeiras que Denice teve seu melhor resultado, sendo mencionada por 18% dos entrevistados. Na Barra/Pituba, Olívia e Cezar conseguiram seus melhores índices, com 10% e 6% das intenções de voto na região, respectivamente.

Bacelar se saiu melhor em Cabula/Tancredo Neves, com 4%. Hilton ficou com 2% dos votos na Cidade Baixa e em Itapuã/Ipitanga. Celsinho, por sua vez, só pontuou em duas áreas, com 2% em ambas – Cajazeiras e Itapuã/Ipitanga. E o candidato do PCO foi citado somente por 2% dos entrevistados da Cidade Baixa.

Segmentos

Apesar de liderar entre mulheres e homens, é no eleitorado feminino que Bruno pontua melhor. Ele tem 47% das intenções de voto entre as mulheres e 37% entre os homens.

O vice-prefeito fica em primeiro em todos as faixas etárias, sempre com percentuais na casa dos 40%. Enquanto quase todos os postulantes pontuam de forma equilibrada entre as diferentes idades, o eleitorado de Olívia se concentra entre os mais jovens. A comunista pontua com 13% no grupo entre 16 e 24 anos, 4% entre 25 e 44 anos, 2% na faixa entre 45 e 59 anos e 1% no segmento com 60 anos ou mais.

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POLÍTICA

Neto afirma otimismo com eleição de Bruno Reis e fala sobre planos para o futuro

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Foto: Reprodução Internet

O prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, evitou falar sobre a expectativa prévia em relação a reeleição dos seus colegas de partido David Alcolumbre, para a presidência do Senado, e Rodrigo Maia, que está envolvido em um embate interno pela possível sucessão como presidente da Câmara.

De acordo com Neto, qualquer esforço relativo a isso só ocorrerá após as eleições municipais deste ano. “A gente não está tratando sobre reeleições em Câmara e Senado. O Democratas está bem posicionado em várias cidades. O nosso foco é esse agora: concentrar esforços nas eleições municipais”, afirmou.

Neto comentou ainda sobre o favoritismo do seu candidato, Bruno Reis, para a disputa pela Prefeitura de Salvador. Cotado com 35% das intenções de voto no último levantamento A TARDE/Potencial Pesquisa, Bruno tem chances reais de levar a contenda ainda no primeiro turno mas Neto, ainda que otimista, prega cautela.

“Ninguém vai comemorar vitória antes da hora, apesar de haver toda essa expectativa positiva. Por isso, a campanha segue com humildade e muito trabalho, com os pés no chão, mesmo com as pesquisas apontando cenários favoráveis”, disse.

O prefeito falou ainda sobre os planos futuros após deixar o cargo na gestão da capital do estado. Especulado como candidato para o governo baiano em 2022, Neto ainda não trata de futuros pleitos e afirmou que pretende abrir um escritório e recuperar a fluência em Inglês.

“Tinha plano de passar um tempo fora do Brasil estudando, mas a pandemia mudou tudo. Quando deixar a prefeitura, dedicarei tempo a estudos com a tecnologia do ensino à distância. Vou continuar presidindo o Democratas, abrir escritório na sede do partido em Salvador e começar novos projetos, olhar para o futuro. Uma das coisas que estava disposto era reciclar meu inglês. Com falta de prática perdi fluência, mas quero recuperar”, disse.

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POLÍTICA

STF confirma não ser obrigatório portar título de eleitor para votar

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Foto: Reprodução Internet

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.

Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.

Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.

Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.

A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.

Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.

“O enfoque deve ser direcionado, portanto, ao eleitor como protagonista do processo eleitoral e verdadeiro detentor do poder democrático, de modo que a ele não devem, em princípio, ser impostas limitações senão aquelas estritamente necessárias a assegurar a autenticidade do voto”, escreveu Rosa Weber, que foi acompanhada integralmente pelos demais ministros.

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