Lesão na testa levou mais de um ano para ser diagnosticada como carcinoma basocelular, o tipo mais comum da doença
A empresária Fabiana Amorim, de 53 anos, descobriu que uma lesão na testa que parecia ser apenas uma espinha era, na verdade, um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. A revelação veio após mais de um ano sem cicatrização da ferida e um alerta de uma amiga.
Segundo Fabiana, a descoberta foi feita depois que uma amiga compartilhou ter vivido situação semelhante. “Ela disse que teve um pontinho preto igual, e era câncer. Falei: ‘Ferrou’. Corri para a médica. Ela, só de olhar, já me encaminhou para o dermatologista oncológico e cirurgião. Aí bateu o desespero”, contou Fabiana em vídeo publicado em suas redes sociais.
A empresária agora se prepara para passar por um procedimento cirúrgico com uso de microscópio, devido à complexidade e extensão da lesão. A cirurgia precisa ser feita em hospital especializado.
Fabiana aproveitou sua experiência para alertar outras pessoas sobre os sinais do câncer de pele. Ela reforça que, ao notar manchas, feridas que não cicatrizam ou alterações incomuns na pele, é essencial buscar avaliação médica o quanto antes.
Especialistas reforçam que o carcinoma basocelular, embora tenha baixa taxa de mortalidade, pode causar danos profundos se não tratado a tempo. A detecção precoce é fundamental para evitar complicações.