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E.C. BAHIA

Rogério Ceni lamenta empate entre Bahia e Fluminense na Fonte

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Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

O técnico Rogério Ceni lamentou o empate entre Bahia e Fluminense em 3 a 3 na noite deste sábado (9), na Arena Fonte Nova, pelo Campeonato Brasileiro. De acordo com o comandante, a equipe passo por oscilações ao longo da partida e pecou na objetividade.

“Hoje era um jogo que tínhamos que vencer, independente de qualquer coisa. A gente oscilou, reagiu bem, e aí tivemos um pouco de soberba. Deixamos de tocar de maneira objetiva. Quisemos mostrar que temos posse de bola e deixamos de matar o jogo. E aí o adversário vai se instaurando no jogo. Acho que eles criaram pouco para fazer três gols, criamos muito para fazer só três gols, mas são coisas do jogo que não controlamos. Mas tenho que falar do fato de não ter desistido. A gente não desiste do jogo e isso é louvável. Se não fosse o Freytes segurando, provavelmente teríamos virado. Tem o lado que temos que melhorar, que quando tem que matar, mate. Mas tem a parte boa de não desistir. Poderíamos e deveríamos ter 32 pontos”, disse.

Ceni voltou a ressaltar a questão da objetividade do time, além de alertar para a atenção nos inícios de segundo tempo.

“São dez jogos em 31 dias, com viagens inclusas. Isso explica um pouco da oscilação na parte física. Mas não podemos oscilar na parte objetiva. Por alguns minutos, perdemos a objetividade. Depois, pensamos mais na beleza do futebol do que na objetividade. É normal existir oscilações, mas estão sendo grandes e estamos sendo castigados”, pontuou.

Com duas partidas a jogar no primeiro turno, o Esquadrão de Aço está com 30 pontos, campanha similar ao primeiro turno do ano passado. Questionado sobre as campanhas, o treinador destacou que a equipe joga melhor e vem criando mais oportunidades para marcar.

“Acho que nós jogamos melhor esse primeiro turno do que o do ano passado, apesar da pontuação parecidade. É um time mais criativo, agudo, com mais jogadas de um para um… Esse ano, diferente do ano passado, Juba fazendo um grande ano em termos de construção. Acho que a gente cria mais, mais próximos do gol, mais oportunidades. Claro que a ausência do Pulga, por exemplo, é sentida. Vejo o time melhor, mas não conseguimos fazer o gol, que é o principal. Não está compatível com as oportunidades que a gente cria”, explicou.

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