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SAÚDE

21 drogarias são autorizadas a fazer testes rápidos em Salvador

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Prefeitura de Salvador/Divulgação

A Vigilância Sanitária de Salvador (Visa) autorizou 21 drogarias de Salvador a realizar testes rápidos de Covid-19. A Visa é vinculada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS), que fiscaliza estes estabelecimentos, que estão situados em diversos bairros da capital. O órgão suspendeu o serviço em seis drogarias, durante a pandemia, que não tinham permissão para realizar a testagem.

Para Rodrigo Xisto, fiscal de controle sanitário farmacêutico da Visa, o estabelecimento precisa cumprir o procedimento da Visa para poder oferecer o teste. Para isso, é necessário abrir um processo, pagar uma taxa e fornecer os documentos solicitados. Após a solicitação, é preciso esperar a visita do órgão municipal para verificar as condições do local.

“O primeiro item básico é que tenha alvará sanitário válido com autorização para serviço farmacêutico. Na sequência, avaliamos a documentação e vamos até o local checar as instalações físicas. Além disso, estamos atentos ao treinamento dos farmacêuticos, por se tratar de procedimento novo”, informou o fiscal. 

As drogarias autorizadas para a testagem possuem sala para prestação de serviços farmacêuticos e a presença de um profissional treinado para a aplicação dos testes. O procedimento só pode ser feito após a solicitação ser aprovada na Visa. A Vigilância Sanitária distrital tem uma agenda de inspeção, e neste momento tem priorizado ações voltadas para a prevenção da Covid-19.

Outras exigências da Visa é as drogarias tenham dispositivos devidamento regularizados junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e assegurar o registro e rastreabilidade dos resultados. Outra demanda é a delimitação do fluxo de pessoas e as áreas atendimento, espera e pagamento diferentes para os aqueles que buscam os testes em relação aos clientes que procuram outros serviços na drograria. Testes rápidos sob forma de drive-thru e extramuro não é permitido às drogarias.

Drogarias autorizadas a fazer testagem: 

Drogaria São Paulo – Avenida Manoel Dias – Pituba

Drogasil – Graça

Drogasil – Pituaçu

Drogasil – Barra

Drogaria São Paulo – Pituba

Drogaria São Paulo – Canela

Drogaria São Paulo – Stiep

Drogaria São Paulo – Horto Florestal

Pague Menos – Rua Barão de Sergy – Barra  

Pague Menos – Rua Marquês de Caravelas – Barra

Pague Menos – Avenida Euclides da Cunha – Graça

Pague Menos – Rua Artur Gomes de Carvalho – Pituba

Pague Menos – Paralela

Pague Menos – Costa Azul

Pague Menos – Rua D. João VI (duas unidades) – Brotas

Pague Menos – Stella Maris

Extrafarma – Pituba

Extrafarma – Federação

Farmácia do Trabalhador da Bahia – Uruguai

Laboratórios

Além das drogarias, laboratórios também ofertam exames para diagnóstico da doença, e neste caso, a testagem pode acontecer dentro do estabelecimento, via sistema drive-thru ou por meio da modalidade extramuro. Caso aconteça fora das dependências do local, há algumas exigências a serem cumpridas. 

Denúncia 

A Visa disponibiliza canais para encaminhamento de denùncia de casos de irregularidade nos serviços prestados nas drogarias ou laboratórios. O órgão recomenda que, ao utilizar o serviço, o cliente pode primeiramente certificar se o estabelecimento possui autorização especial emitida pela Visa, assim como verificar as condições de higienização e atendimento aos protocolos para prevenção da Covid-19. 

Os canais para o envio das queixas são a Ouvidoria Geral do Município (OGM), pelo Fala Salvador 156, ou através do e-mail visaservicos1@gmail.com.

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CAJAZEIRAS E REGIÃO

Bahia recebe lote com 119.500 doses da vacina de Oxford

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Um novo lote de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia às 10h40 deste domingo (24). Desta vez, 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, desembarcaram no aeroporto internacional de Salvador, de onde seguiram para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). A distribuição para as cidades do interior terá início a partir das 14h de hoje.

Uma vez que a segunda dose da vacina de Oxford pode ser tomada em até 90 dias, o Estado vai adotar a estratégia de usar todas as vacinas que chegaram neste domingo, como explicou o titular da Secretaria da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. “Por possuir resposta imunológica precoce ampla, garantindo que se possa esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente, isso permitirá que apliquemos todas as doses sem que seja preciso guardar 50%, como ocorreu com a CoronaVac”, detalhou o secretário.

No Graer, foi montada uma estrutura para recebimento e armazenamento temporário de vacinas, que conta com refrigeradores e, também, com os cuidados de técnicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). É neste local que é feita a contagem e a separação para viabilizar o envio de doses para todo o território estadual.

A chegada do novo lote acontece após a liberação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é responsável pela análise e etiquetamento das duas milhões de doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca. Já o envio para os estados brasileiros foi feito pelo Ministério da Saúde.

Vacinação na Bahia

A imunização contra o novo coronavírus já foi iniciada em todos os 417 municípios baianos e as primeiras pessoas vacinadas receberam o imunizante Coronavac, que chegou na última segunda-feira (18), em um lote de 376.600 doses. Esta é a vacina desenvolvida pela dupla formada pelo Instituto Butantã e pela empresa chinesa Sinovac Biotech.

Como o Brasil vai imunizar a população com vacinas fabricadas por laboratórios diferentes e com indicações de uso igualmente diferentes, é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo determinado.

Caso tenha perdido o cartão, o cidadão receberá um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a Covid-19 recebeu.

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SAÚDE

Fiocruz libera vacina de Oxford para distribuição aos estados

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Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasi

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) liberou hoje (23), para distribuição aos estados, as doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela biofarmacêutica AstraZeneca, importadas da Índia. A logística de distribuição cabe ao Ministério da Saúde. No fim da tarde deste sábado, foram aplicadas as primeiras doses no Brasil.

Receberam a vacina o infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) Estevão Portela e a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, também da Fiocruz, Margareth Dalcolmo. Os dois atuam na linha de frente da assistência a pacientes com covid-19 desde o início da pandemia e receberam as vacinas no Complexo da Fiocruz, na zona norte do Rio de Janeiro.

Após ser vacinada, a médica Margareth Dalcolmo disse que hoje é dia simbólico, de muita esperança e sobretudo de muita confiança nas instituições do país. Margareth Dalcolmo acrescentou que hoje também é um dia para homenagear os profissionais de saúde do Brasil inteiro que estão de plantão nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e nas emergências, cuidando diretamente dos pacientes.

“Estou seguramente sorrindo, mas pela esperança. Em primeiro lugar não é uma esperança vã, é uma esperança da confiança objetiva nas instituições brasileiras, na força do SUS e em todos que desde o início da pandemia, do carnaval do ano passado, estão comprometidos e continuam trabalhando”, disse.

A terceira pessoa a receber a dose foi a médica Sarah Ananda Gomes, que é coordenadora da equipe de Cuidados Paliativos no Hospital Felicio Rocho.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, prestou solidariedade ao estado do Amazonas que enfrenta uma séria contaminação pela covid-19.

Liberação das doses

A vacinação ocorreu logo após a Fiocruz começar a liberar os 2 milhões de doses de vacinas prontas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS). O primeiro caminhão com parte da carga saiu às 14h18 da Fiocruz e foi direto para um centro de logística também na zona norte para iniciar a separação das caixas que serão distribuídas aos estados. Ao todo, serão etiquetadas 4 mil caixas, cada uma com 50 frascos e 500 doses da vacina. Depois da etiquetagem, ocorrerá a liberação de documentação pela garantia da qualidade.

Caminhão sai da Fiocruz com as vacinas de Oxford/AstraZeneca para serem entregues ao Ministério da Saúde e distribuídas no Brasil.
Caminhão sai da Fiocruz com as vacinas de Oxford/AstraZeneca para serem entregues ao Ministério da Saúde e distribuídas no Brasi. – Tomaz Silva/Agência Brasil

Segundo a Fiocruz, ainda na manhã de hoje foram coletadas amostras pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) para análise de protocolo e liberação do produto para que o Programa Nacional de Imunizações possa distribuir as doses aos estados. “Toda a operação para liberação das vacinas segue normalmente, sem intercorrências e dentro do cronograma”, informou.

Chegada

As doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca, chegaram à Fiocruz por volta de 1h deste sábado, após serem recebidas no Aeroporto Internacional Tom Jobim RIOGaleão, na zona norte do Rio. O avião que trouxe as vacinas de São Paulo, aonde chegaram da Índia em voo comercial, pousou no Rio às 22h. Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy estavam presentes. De lá, as doses seguiram em caminhões para Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde foi feito o trabalho de análise de segurança com medição de temperatura e de etiquetagem dos 2 milhões de doses.

Vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 produzidas pelo Instituto Serum, na Índia, chegam  à base aérea do Galeão
Vacinas da AstraZeneca/Oxford chegam à base aérea do Galeão – Fernando Frazão/Agência Brasil

Em agosto do ano passado, a Fiocruz assinou um acordo com a Oxford e a AstraZeneca para transferência de tecnologia e produção da vacina no Brasil. A expectativa é que a produção comece em março. Ontem, após a chegada das doses no Aeroporto do Rio, o ministro da Saúde disse que a chegada do lote é o início do processo no país. “Esses 2 milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. Estamos negociando receber mais doses no começo de fevereiro e o IFA [Ingrediente Farmacêutico Ativo] necessário para que a Fiocruz comece a produzir até 15 milhões de doses por mês. Nosso país precisa de produção nacional”, disse Pazuello.

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SAÚDE

Distribuição de vacinas da AstraZeneca deve começar neste sábado (21)

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Foto: © REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Direitos reservados

Os 2 milhões de doses da AstraZeneca contra a covid-19 que devem chegar da Índia nesta sexta-feira (22) serão distribuídas aos estados a partir da tarde de sábado (23). Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a Força Aérea Brasileira está à disposição para agilizar a distribuição da vacina pelo país.

“Pode ter certeza que a Aeronáutica está aí para servir o Brasil e essa vacina, se chegar hoje à noite, amanhã começa a chegar a seus destinos”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro falou com a imprensa ao deixar o Palácio da Alvorada, após café da manhã com parlamentares na residência oficial. Ele reafirmou que a vacinação não será obrigatória e recomendou que as pessoas leiam os estudos dos imunizantes.

“Ela tem que ser voluntária, afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina ainda. E peço que o pessoal leia o contrato com a empresa para tomar pé de onde chegaram as pesquisa e porque não se concluiu ainda dizendo que uma vacina é perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar que casos graves não ocorram no Brasil, para quem for vacinado”, afirmou.

AstraZeneca

As vacinas devem chegar ao Brasil nesta sexta-feira, no fim da tarde. A carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o Aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de janeiro.

De acordo com a Fiocruz, assim que chegarem à instituição, as vacinas passarão por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português. A previsão é que esse processo seja realizado até manhã de sábado (23) por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde.

“Ao longo de todo o trajeto até Bio-Manguinhos/Fiocruz, as vacinas estarão armazenadas em seis caixas do tipo pallets, que serão acondicionadas em envirotainers, pequenos containers utilizados para transportes de carga que necessita de controle de temperatura. Nesses envirotainers, as vacinas serão mantidas na temperatura entre 2 a 8ºC”, informou a Fiocruz.

Agradecimento

Pelas redes sociais, o presidente agradeceu o ministro indiano pela liberação das vacinas. “Obrigado por nos auxiliar com as exportações de vacinas da Índia para o Brasil”, diz a publicação.

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