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À espera de “clima de guerra”, Edigar Junio quer maturidade contra o Cerro-URU

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Edigar diz estar preparado para clima de guerra no Uruguai. (Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia)

Para o jogo de volta na Copa Sul-Americana, contra o Cerro-URU, o Bahia precisa colocar em prática a calma. Calma para administrar o resultado, lidar com a famosa “catimba” uruguaia e, por fim, calma para não absolver o clima de hostilidade. No jogo de ida, em Pituaçu, o Esquadrão experimentou um pouco do jeito rival: em campo, entradas duras; na arquibancada, ainda que em minoria, os torcedores visitantes se manifestaram com atos de injúria racial contra os tricolores.

Para o atacante Edigar Junio, o time deve mostrar união nessas horas. O jogador pondera que o elenco está vacinado para a partida e, com garra dentro de campo, a classificação para as oitavas de final do torneio continental será assegurada.

– A gente sabe como vai ser o clima. Vai ser um clima de guerra. Eles vão vir com tudo buscando essa classificação. Mas a gente também está aqui para bater de frente. Nós vamos fortes, em busca do triunfo. A gente não pode ficar somente se apegando ao primeiro resultado. Temos que ser inteligentes para saber administrar o placar e sacramentar a classificação. Temos que ter maturidade para poder sair daqui classificados inteligentemente, porque a gente sabe que eles vão fazer de tudo para conquistar essa classificação – afirmou o jogador nesta terça-feira, em Montevidéu.

Titular da equipe na temporada, Edigar ainda não sabe se irá atuar contra o Cerro, já que o técnico Enderson Moreira planeja promover mudanças no time principal, para evitar o desgaste físico dos jogadores. Quanto à dúvida sobre a titularidade para o jogo desta quarta-feira, o atacante demonstra calma e exalta a qualidade no elenco tricolor diante das alterações que possam ocorrer.

– Ainda não sei [se serei titular]. A gente vai muito forte. A gente sabe que tem um elenco muito qualificado. Então, independente dos 11 que entrarem, a gente sabe que cada um vai dar conta do recado – f.

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Jogadores do bahia lamentam atuação, mas valorizam classificação

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Após empatar com o Rio Branco em 2 a 2 e se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil, os jogadores do Bahia falaram com a imprensa na saída do campo.

O lateral Moisés falou sobre as condições do gramado da Arena da Floresta, mas valorizou bastante a classificação.

“Campo dificulta, mas para as duas equipes. Classificação vale muito. Esse era o nosso objetivo. Tivemos grandes oportunidade para sair mais tranquilo. Tem que botar em pauta a classificação”, disse.

Já o goleiro Douglas comentou sobre as dificuldades da partida e elogiou a postura da equipe.

“Partida difícil, mas foi mais importante a nossa postura diante das nossas dificuldades. O jogo se tornou difícil. A gente tem que saber lidar com essas situações”, avaliou.

O Tricolor retorna para Salvador ainda na madrugada desta quinta-feira (14) e volta as atenções para mais uma partida do Campeonato Baiano. No próximo domingo (14) enfrenta o Conquista, às 17h, no estádio Lomanto Júnior.

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Cláudio Prates discordou da arbitragem em lances capitais

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Comandante do Bahia no empate por 1×1 diante do Atlético Alagoinhas nesta quarta-feira (6), Cláudio Prates reclamou de dois lances capitais que poderiam ter mudado o desfecho da partida.

“Vocês vão me ver falar muito pouco, mas eu fiz questão de pegar com o analista. A bola não saiu toda, gol claro do Caique e o pênalti achei bem mais pênalti do que o que eles tiveram. Ele apóia nas costas do Matheus (Silva) e segura o braço do Matheus. Já falei que os atletas poderiam dar mais, a gente poderia e eu me coloco no meio também. Mas infelizmente foram lances capitais”, pontuou.

O auxiliar tricolor destacou o poder de reação dos jogadores após o gol sofrido no início do primeiro tempo, mas também admitiu que faltou um pouco mais tranquilidade com a bola nos pés.

“Acho que a gente continuou a pecar até pela voluntariedade dos meninos. Logo que a gente sofreu o gol a gente já teve a situação logo de empate e estavam sendo muito verticais. Mas o campo e o clima não favorecia isso. Tínhamos que ter circulado um pouco mais a bola”.

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Perto da ‘estreia’, Anderson vê mudanças com bons olhos

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O goleiro Anderson terá a sua primeira oportunidade de começar uma partida oficial na temporada de 2019. Ele, nesta terça-feira (29), foi quem sentou na cadeira da sala de imprensa e falou sobre a expectativa para o jogo desta quarta (30), na Fonte Nova, diante da equipe do Bahia de Feira.

“O Enderson fala que não tem titular. Por isso que ele está rodando a equipe. Isso aí a gente tem que respeitar a equipe do Bahia de Feira, jogar bem e botar um trevo na cabeça dele. É isso que ele gosta, ganha bem para não dormir [risos]. Tem que jogar bem, e ele pensar em quem vai colocar no Ba-Vi”, respondeu.

Anderson, como de costume, aproveitou o final da atividade desta terça e treinou cobranças de faltas. Na coletiva ele também comentou sobre essa novidade: “Treino bastante. Sempre que os caras treinam deixo eles baterem primeiro. O Shaylon, Flávio, Guilherme. Depois vou ali e bato. A gente vai se aprimorando. O futebol exige o goleiro ser técnico, batendo falta, saindo jogando. O futebol está evoluindo”, disse.

Com o planejamento adotado pelo clube, abrindo espaço para utilização de quase todo elenco profissional, quase todos os atletas já tiveram ou terão uma oportunidade de atuar no primeiro semestre. Anderson, um dos mais experientes do grupo, gosta da ideia e revelou o teor das conversas com atletas mais novos.

“Digo para os mais novos que toda vez que visto a camisa do Bahia é como um aniversário, uma honra para mim. Falei para eles que lembro quando vim aqui há quatro temporadas, que falei que ia fazer três meses, mas parecia que tinha quatro anos. Fiz e quero fazer mais. E isso se faz com jogos”, concluiu.

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