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SAÚDE

ALERTA: Gripários de Salvador registram aumento na procura de atendimentos

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Foto: Reprodução

As cinco unidades para síndromes gripais de Salvador registraram um aumento na procura de atendimentos nos primeiros dez dias do ano. O gripário que contabilizou a maior parte do acolhimento (1.549) foi o do 16ª Centro de Saúde Maria Imbassahy Conceição, no bairro do Pau Miúdo, administrado pela Fabamed. No total, mais de 5.500 pacientes foram assistidos no período.

Em comparação com o início do mês de dezembro, houve uma elevação em 19%. Na contramão da assistência aos pacientes, o número de casos do coronavírus detectados nos gripários caiu entre dezembro e janeiro neste período: são, respectivamente, 939 testes positivos contra 461 exames confirmados.

Para o coordenador médico do gripário do 16ª Centro de Saúde, Elmar Dourado, o número é reflexo da segunda onda de infecção após festejos de final de ano. Ele pediu colaboração da população para seguir as recomendações sanitárias e os protocolos municipais de proteção à vida.

“Nossa estrutura e fluxos implantados garantem um esforço de atendimento ágil e sem filas. No entanto, os pacientes precisam se conscientizar e fazer sua parte para minimizar os riscos de disseminação viral. É importante salientar que as pessoas assintomáticas não devem se expor ao vírus para procurar uma unidade de saúde sem necessidade aparente, apenas para fazer o teste, por exemplo. Isso gera um tempo maior de espera aos pacientes que aguardam atendimento. Por esse motivo, pedimos aos cidadãos que só busquem as unidades caso tenham algum sintoma respiratório”, explicou.

Os gripários foram criados entre maio e agosto, equipados com leitos de enfermaria e também de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs), com capacidade para receber até 300 pessoas por dia.

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CAJAZEIRAS E REGIÃO

Bahia recebe lote com 119.500 doses da vacina de Oxford

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Um novo lote de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia às 10h40 deste domingo (24). Desta vez, 119.500 doses do imunizante desenvolvido pela universidade de Oxford, em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, desembarcaram no aeroporto internacional de Salvador, de onde seguiram para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer). A distribuição para as cidades do interior terá início a partir das 14h de hoje.

Uma vez que a segunda dose da vacina de Oxford pode ser tomada em até 90 dias, o Estado vai adotar a estratégia de usar todas as vacinas que chegaram neste domingo, como explicou o titular da Secretaria da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. “Por possuir resposta imunológica precoce ampla, garantindo que se possa esticar o prazo de aplicação da segunda dose para 90 a 120 dias à frente, isso permitirá que apliquemos todas as doses sem que seja preciso guardar 50%, como ocorreu com a CoronaVac”, detalhou o secretário.

No Graer, foi montada uma estrutura para recebimento e armazenamento temporário de vacinas, que conta com refrigeradores e, também, com os cuidados de técnicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). É neste local que é feita a contagem e a separação para viabilizar o envio de doses para todo o território estadual.

A chegada do novo lote acontece após a liberação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é responsável pela análise e etiquetamento das duas milhões de doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca. Já o envio para os estados brasileiros foi feito pelo Ministério da Saúde.

Vacinação na Bahia

A imunização contra o novo coronavírus já foi iniciada em todos os 417 municípios baianos e as primeiras pessoas vacinadas receberam o imunizante Coronavac, que chegou na última segunda-feira (18), em um lote de 376.600 doses. Esta é a vacina desenvolvida pela dupla formada pelo Instituto Butantã e pela empresa chinesa Sinovac Biotech.

Como o Brasil vai imunizar a população com vacinas fabricadas por laboratórios diferentes e com indicações de uso igualmente diferentes, é o cartão de vacinação que vai garantir que a segunda dose aplicada seja a mesma que a primeira e no prazo determinado.

Caso tenha perdido o cartão, o cidadão receberá um novo cartão com a indicação de qual vacina contra a Covid-19 recebeu.

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SAÚDE

Fiocruz libera vacina de Oxford para distribuição aos estados

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Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasi

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) liberou hoje (23), para distribuição aos estados, as doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela biofarmacêutica AstraZeneca, importadas da Índia. A logística de distribuição cabe ao Ministério da Saúde. No fim da tarde deste sábado, foram aplicadas as primeiras doses no Brasil.

Receberam a vacina o infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) Estevão Portela e a médica pneumologista do Centro de Referência Professor Helio Fraga, também da Fiocruz, Margareth Dalcolmo. Os dois atuam na linha de frente da assistência a pacientes com covid-19 desde o início da pandemia e receberam as vacinas no Complexo da Fiocruz, na zona norte do Rio de Janeiro.

Após ser vacinada, a médica Margareth Dalcolmo disse que hoje é dia simbólico, de muita esperança e sobretudo de muita confiança nas instituições do país. Margareth Dalcolmo acrescentou que hoje também é um dia para homenagear os profissionais de saúde do Brasil inteiro que estão de plantão nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e nas emergências, cuidando diretamente dos pacientes.

“Estou seguramente sorrindo, mas pela esperança. Em primeiro lugar não é uma esperança vã, é uma esperança da confiança objetiva nas instituições brasileiras, na força do SUS e em todos que desde o início da pandemia, do carnaval do ano passado, estão comprometidos e continuam trabalhando”, disse.

A terceira pessoa a receber a dose foi a médica Sarah Ananda Gomes, que é coordenadora da equipe de Cuidados Paliativos no Hospital Felicio Rocho.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, prestou solidariedade ao estado do Amazonas que enfrenta uma séria contaminação pela covid-19.

Liberação das doses

A vacinação ocorreu logo após a Fiocruz começar a liberar os 2 milhões de doses de vacinas prontas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI/MS). O primeiro caminhão com parte da carga saiu às 14h18 da Fiocruz e foi direto para um centro de logística também na zona norte para iniciar a separação das caixas que serão distribuídas aos estados. Ao todo, serão etiquetadas 4 mil caixas, cada uma com 50 frascos e 500 doses da vacina. Depois da etiquetagem, ocorrerá a liberação de documentação pela garantia da qualidade.

Caminhão sai da Fiocruz com as vacinas de Oxford/AstraZeneca para serem entregues ao Ministério da Saúde e distribuídas no Brasil.
Caminhão sai da Fiocruz com as vacinas de Oxford/AstraZeneca para serem entregues ao Ministério da Saúde e distribuídas no Brasi. – Tomaz Silva/Agência Brasil

Segundo a Fiocruz, ainda na manhã de hoje foram coletadas amostras pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) para análise de protocolo e liberação do produto para que o Programa Nacional de Imunizações possa distribuir as doses aos estados. “Toda a operação para liberação das vacinas segue normalmente, sem intercorrências e dentro do cronograma”, informou.

Chegada

As doses importadas do Instituto Serum da Índia, um dos centros produtores da vacina de Oxford-AstraZeneca, chegaram à Fiocruz por volta de 1h deste sábado, após serem recebidas no Aeroporto Internacional Tom Jobim RIOGaleão, na zona norte do Rio. O avião que trouxe as vacinas de São Paulo, aonde chegaram da Índia em voo comercial, pousou no Rio às 22h. Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy estavam presentes. De lá, as doses seguiram em caminhões para Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde foi feito o trabalho de análise de segurança com medição de temperatura e de etiquetagem dos 2 milhões de doses.

Vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 produzidas pelo Instituto Serum, na Índia, chegam  à base aérea do Galeão
Vacinas da AstraZeneca/Oxford chegam à base aérea do Galeão – Fernando Frazão/Agência Brasil

Em agosto do ano passado, a Fiocruz assinou um acordo com a Oxford e a AstraZeneca para transferência de tecnologia e produção da vacina no Brasil. A expectativa é que a produção comece em março. Ontem, após a chegada das doses no Aeroporto do Rio, o ministro da Saúde disse que a chegada do lote é o início do processo no país. “Esses 2 milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. Estamos negociando receber mais doses no começo de fevereiro e o IFA [Ingrediente Farmacêutico Ativo] necessário para que a Fiocruz comece a produzir até 15 milhões de doses por mês. Nosso país precisa de produção nacional”, disse Pazuello.

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SAÚDE

Distribuição de vacinas da AstraZeneca deve começar neste sábado (21)

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Foto: © REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Direitos reservados

Os 2 milhões de doses da AstraZeneca contra a covid-19 que devem chegar da Índia nesta sexta-feira (22) serão distribuídas aos estados a partir da tarde de sábado (23). Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a Força Aérea Brasileira está à disposição para agilizar a distribuição da vacina pelo país.

“Pode ter certeza que a Aeronáutica está aí para servir o Brasil e essa vacina, se chegar hoje à noite, amanhã começa a chegar a seus destinos”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro falou com a imprensa ao deixar o Palácio da Alvorada, após café da manhã com parlamentares na residência oficial. Ele reafirmou que a vacinação não será obrigatória e recomendou que as pessoas leiam os estudos dos imunizantes.

“Ela tem que ser voluntária, afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina ainda. E peço que o pessoal leia o contrato com a empresa para tomar pé de onde chegaram as pesquisa e porque não se concluiu ainda dizendo que uma vacina é perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar que casos graves não ocorram no Brasil, para quem for vacinado”, afirmou.

AstraZeneca

As vacinas devem chegar ao Brasil nesta sexta-feira, no fim da tarde. A carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o Aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de janeiro.

De acordo com a Fiocruz, assim que chegarem à instituição, as vacinas passarão por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português. A previsão é que esse processo seja realizado até manhã de sábado (23) por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde.

“Ao longo de todo o trajeto até Bio-Manguinhos/Fiocruz, as vacinas estarão armazenadas em seis caixas do tipo pallets, que serão acondicionadas em envirotainers, pequenos containers utilizados para transportes de carga que necessita de controle de temperatura. Nesses envirotainers, as vacinas serão mantidas na temperatura entre 2 a 8ºC”, informou a Fiocruz.

Agradecimento

Pelas redes sociais, o presidente agradeceu o ministro indiano pela liberação das vacinas. “Obrigado por nos auxiliar com as exportações de vacinas da Índia para o Brasil”, diz a publicação.

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