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CAJAZEIRAS E REGIÃO

Cajazeiras é protagonista da segunda edição do Festival Literário Nacional

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Foto: Patrick Ribeiro / Fala Cajazeiras

O último dia do Festival Literário Nacional (Flin), evento realizado pelo Governo do Estado da Bahia, através da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA), encerrou sua segunda edição com talentos de Cajazeiras. O bairro, que é um grande polo de cultura da cidade, reuniu artistas diversos que expressaram sua arte para o público presente. Hip hop, samba e entretenimento foram algumas das atrações do dia.

A programação começou com o agito do grupo de hip hop Khalid Mob, um coletivo de MC’S formado por sete integrantes, todos da região, que se apresentaram no palco Tenda. Com idades entre 20 a 25 anos, os jovens comemoram a oportunidade de se apresentarem no bairro onde nasceram. “Foi gratificante participar deste Festival. Cajazeiras tem muitos talentos independentes que estão escondidos e participar deste tipo de evento pode abrir muitas portas para os novos artistas” – explica Henrique Nork, CEO do grupo.

Destacando a importância da valorização feminina, Marcela Guedes, do Samba de Ohana, abriu o bate-papo “Cajacity é meu país”. Ela abordou que no início da carreira encontrou pessoas que desacreditaram do seu trabalho e que isso serviu de combustível para que ela continuasse seu caminho. A artista fala que é na leitura que ela encontra inspiração para continuar o seu trabalho.

“Não existe conhecimento sem leitura e é na leitura que eu retiro todo o conhecimento para buscar inspiração e força para mostrar as mulheres que elas podem chegar onde elas quiserem” – destaca.

O bate-papo também contou com a participação de Wendel Muniz, criador da página “Cajazeiras da Depressão”. Wendel conta que a ideia de trazer o Flin para a região serviu para dar visibilidade para o bairro. “Este evento é importante porque movimenta o comércio local e ainda traz visibilidade para a galara do bairro mostrar o talento” – comemora.

Foto: Patrick Ribeiro / Fala Cajazeiras

A mediação da mesa foi conduzida por Eduardo Luz, do site “Fala Cajazeiras”, que reforçou a importância do trabalho e da esperança para um futuro melhor.  “Acreditem no seu sonho. Cada sonho que deixa de ser sonhado é um pedaço do futuro que deixa de existir” – completa.

O evento ainda reservou uma área para as manifestações culturais espontâneas. O espaço Rótula Cultural foi destinado para celebrar artistas e agitadores culturais locais, com batalha de MC’s, poesias, música, dança e performance. A última apresentação do espaço ficou por conta do grupo Samba de Ohana.

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