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POLÍTICA

Neto diz que prioridade de novo partido será lançar candidato próprio à presidência

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Foto: Reprodução Internet

O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou que a prioridade do partido que surgirá da fusão entre DEM e PSL é lançar uma candidatura própria em 2022. Segundo ele, a oficialização da fusão deve acontecer em outubro.

“Nós estamos em fase final de entendimentos com o PSL. Amanhã, eu sigo para Brasília, onde cumpro agenda, exatamente com o objetivo de organizar o que está ainda pendente. Inclusive a definição de nome, de número e últimos detalhes do estatuto dos dois partidos. O nosso desejo é realizar a convenção para oficializar a fusão no mês de outubro, de maneira que tudo seja encaminhado para o Tribunal Superior Eleitoral para a oficialização do novo partido”, disse Neto, durante a inauguração do novo Horto Florestal em Camaçari.

Questionado se o futuro partido apoiaria a candidatura a reeleição de Jair Bolsonaro ou lançaria uma candidatura própria em 2022, Neto disse que o desejo geral é “de ter uma candidatura própria”

“É importante a gente entender que o primeiro passo é a criação do novo partido. Depois que esse novo partido for criado, aí nós vamos começar a discutir quais são os projetos eleitorais para o ano de 2022. É a nossa confiança e a nossa expectativa é que um partido desse tamanho, que nasce como o maior partido do país, naturalmente ele possa ter uma candidatura própria para a Presidência da República. Esse será o objetivo principal do partido que está sendo criado.”

Neto, contudo, fez ressalvas, afirmando que a candidatura própria “não depende apenas da nossa vontade e nós não pretendemos seguir nesse caminho sozinhos”

“A gente quer construir uma frente mais ampla de debate que envolva e inclua uma série de partidos que integram hoje um campo que a priori deseja a não-polarização, que deseja uma alternativa à polarização. Agora, o nosso desejo o que mais nos anima é a possibilidade de ter uma candidatura própria a Presidente da República. Vamos ver se isso é possível ou não.”

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