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POLÍTICA

Plenário aprova Fundo que garante a Ponte Salvador-Itaparica

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A Assembleia Legislativa aprovou, com o voto contrário apenas do deputado Hilton Coelho (Psol), o projeto que cria o Fundo Garantidor do Aporte da Ponte Salvador-Itaparica (FGAP), que será administrado pela Desenbahia. São R$750 milhões divididos em três parcelas anuais e idênticas, de R$250 milhões, que o Governo da Bahia injetará no programa de construção da ponte, viabilizando esse projeto de R$5,4 bilhões, com aporte estatal de R$1,5 bilhão.

Foi votado ainda em primeiro turno – com voto contrário da bancada de oposição – o Orçamento estadual para o atual exercício. O projeto de Orçamento estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro de 2021 em R$ 49 bilhões 303 milhões e 56 mil. Numa sessão extraordinária, foi também aprovado regime de prioridade para a tramitação da peça orçamentária, reduzindo o prazo para tramitação pela metade. As emendas deverão ser colocadas em até dois dias e meio e precisam contar com 21 assinaturas (apoio de um terço do plenário) e não podem ter sido apreciadas na primeira votação.
DEBATE
Para o presidente Nelson Leal, que teve o desempenho elogiado suprapartidariamente nessa longa e complexa votação, a construção da ponte Salvador-Itaparica é um importantíssimo investimento para a Bahia, com previsão de que sejam gerados sete mil empregos durante a construção. A ponte terá 12,3 km de extensão, encurtando o tempo de deslocamento em cerca de 100 quilômetros para o Recôncavo, beneficiando de imediato 250 municípios e 10 milhões de pessoas e desafogando a BR-324, a Salvador-Feira.
Este projeto estruturante foi relatado pelo deputado Antonio Henrique Jr. (PP), que também preside a Comissão Especial do Complexo Intermodal da Fiol, Porto Sul e Complexo Viário do Oeste (Ponte Salvador-Itaparica). Para ele, a obra representará mais desenvolvimento para a Bahia. “Vai melhorar a vida das pessoas, principalmente do lado de Itaparica até o Baixo Sul e não negamos que existem impactos negativos, mas os positivos são maiores. É um passo importante para começar a obra entre novembro e dezembro”, frisou.
Seguiu-se intenso debate sobre a construção da ponte Salvador-Itaparica. O deputado Tiago Correia (PSDB) criticou a criação desse Fundo e do projeto como um todo, que, segundo ele, foi feitosde “maneira açodada, sem diálogo com as comunidades atingidas” e cobrou o estabelecimento de uma agenda capaz de construir um projeto de desenvolvimento ainda maior do que a própria ponte. Ele frisou que não é contra a obra, mas de opõe ao modo como ela está sendo gerida. Também defenderam o diálogo e o debate os deputados do PT, Maria del Carmen e Jacó. Favoráveis ao empreendimento, eles estão atentos às questões sociais.
O petista Zé Raimundo disse que grandes projetos precisam ser acompanhados de retorno social. Para ele, o debate está ocorrendo no seio da comissão especial: “Me parece que as forças democráticas aqui querem o progresso da Bahia. Como cidadão, defendo que precisamos fortalecer os movimentos sociais de controle externo para que não aumente a desigualdade social”. Por seu turno, a deputada Olívia Santana (PC do B) afirmou que a ponte será um importante instrumento para o desenvolvimento da Bahia, mas fez ressalvas: “Quero registrar a minha preocupação com a agenda de inclusão social. É preciso ter democratização de renda e melhoria na qualidade de vida das pessoas”, completou.
Líder da oposição, o deputado Sandro Régis (DEM) orientou sua bancada a votar a favor do texto, mas observou que “precisamos saber quais os impactos econômicos, sociais e ambientais que a ponte trará para o Estado e para Salvador”. Defendeu ainda o debate com arquitetos, entidades ambientais, sociais, na ALBA e câmaras municipais. Por fim, advertiu que apesar do voto favorável seu grupo cobrará melhorias no projeto: “Não estamos satisfeitos com o tratamento desse assunto”.
O deputado Rosemberg Pinto (PT), líder do bloco governista, ao encaminhar o seu voto favorável, garantiu que esta obra permanecerá em debate: “O projeto foi debatido em audiências públicas, que continuarão sendo realizadas envolvendo todas as cidades em que existam indícios de impacto”. Por sua vez, o deputado Hilton Coelho leu trechos do artigo “O panorama visto da ponte”, do arquiteto Paulo Ormindo, que aponta questões envolvendo o empreendimento. O parlamentar questionou as garantias que o Governo do Estado está dando aos chineses, responsáveis pela obra e criticou a venda de terrenos em Salvador para compor o fundo em discussão.
ELOGIOS

Antes da votação, alguns deputados manifestaram apoio ao encaminhamento dessa matéria pelo presidente Nelson Leal. O deputado Jacó disse que ele (Nelson Leal) foi aberto ao diálogo e atencioso com todos, quer sejam do governo ou da oposição. Para Carlos Geilson (PSDB), “a condução do atual presidente deve ser a bússola para seu sucessor”. Já Olívia Santana elogiou o respeito que o atual presidente dispensa “a todas as forças políticas aqui representadas”.

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48% consideram o desempenho de Bolsonaro diante a pandemia como ruim ou péssimo, aponta Datafolha

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Sérgio Lima/AFP

O Instituto Datafolha divulgou ontem, 24, uma pesquisa que indica que 48% dos entrevistados consideram o desempenho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante da pandemia de coronavírus ruim ou péssimo. Em um mês, o indicativo aumentou 6 pontos percentuais. 

Em contrapartida, 26% avaliam as ações de combate à Covid-19 do presidente boas ou ótimas. Esse índice caiu 4 pontos percentuais de dezembro para cá. 

Sobre as quase 220 mil mortes causadas pelo coronavírus no Brasil, 47% consideram que o presidente não tem culpa nenhuma; 39% acreditam que o gestor não é o principal responsável; 11% acham que o chefe de Estado é o maior causador. Não souberam responder 2% dos interrogados. 

A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 21 de janeiro com 2.030 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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POLÍTICA

‘Estão soprando novos ventos na política da Bahia’, diz Neto, em entrevista exclusiva

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Foto: Reprodução

Ao longo dos últimos oito anos, o ex-prefeito ACM Neto (Democratas) dedicou sua vida para comandar a prefeitura de Salvador. Agora, após passar o bastão para o seu sucessor Bruno Reis, ele fala, com exclusividade para o A TARDE, sobre o orgulho que tem do trabalho e das entregas feitas na cidade. Nessa primeira entrevista após deixar o mandato, Neto diz que se desligou “inteiramente das atividades administrativas” e que já mudou o chip. Sua prioridade agora será percorrer a Bahia e construir sua candidatura ao governo, além de se dedicar às causas nacionais, como presidente do Democratas. “Eu vou dedicar boa parte do meu tempo para viajar pela Bahia”, disse ele, ao enfatizar que “não há dúvida que estão soprando novos ventos na política” do estado. E completa: Não há eleição fácil. “Em qualquer circunstância o senador Jaques Wagner é um candidato competitivo”. Confira:

Passados oito anos como prefeito de Salvador, uma rotina nova, projetos novos… Como tem sido esse recomeço para ACM Neto?

Bom, Osvaldo, interessante, porque o meu mandato foi vivido intensamente até o último instante. Eu trabalhei até o dia 31 de dezembro num ritmo super acelerado. Aí no dia primeiro de janeiro muda o chip, tira o chip de prefeito e agora entra o chip de presidente nacional do Democratas, de liderança política que começa a articular um trabalho na Bahia e no Brasil. Posso te dizer que eu estou muito tranquilo. É claro que a rotina não é a mesma, porque quando você está na Prefeitura você acaba tendo uma pressão 24 horas por dia. Nesses primeiros dias de janeiro pelo menos eu consegui ter os finais de semana livres ao lado da minha família, pude descansar um pouco, mas a gente já começou a trabalhar, comecei a fazer as viagens para o interior. Essa semana agora já vou à Brasília participar e acompanhar as articulações para a eleição da Câmara dos Deputados e para o Senado. Já comecei a organizar toda uma programação do que será o meu trabalho aqui na Bahia nesses próximos dois anos, já estou com minha equipe e a gente já está, portanto, colocando a mão na massa. Eu não consigo ficar muito tempo parado, não me programei ainda para tirar férias.

Que sentimento você alimenta por todo trabalho feito em prol da população e em prol da cidade?

Um sentimento de muito orgulho. Sentimento do dever cumprido. Eu digo sempre, aliás falei bastante isso a Bruno: Bruno, muito melhor do que você começar com reconhecimento popular, do que você começar forte em termo de respaldo com as pessoas, é você acabar dessa forma. Então eu senti muito mais prazer, muito mais alegria no término do meu mandato do que mesmo quando venci as duas eleições em 2012 e 2016. A gente sabe que a lógica do Brasil é que o prefeito depois de dois mandatos de 8 anos sai desgastado, com muitas cobranças, a cidade com várias situações difíceis. E no meu caso foi ao contrário, a gente foi numa crescente e eu consegui fazer um segundo mandato ainda melhor do que o primeiro, tendo cumprido as nossas promessas, tendo atendido as expectativas da população de Salvador. É um orgulho grande saber que eu pude transformar a cidade.

Qual será o maior gargalo e a maior dificuldade que Bruno vai ter a partir de agora no comando da Prefeitura de Salvador?

Primeiro, deixando muito claro que sempre nós tivemos a compreensão, eu e Bruno, de que esse seria um governo de continuidade, mas seria um novo governo, um governo diferente. Então, um prefeito diferente, um governo diferente. Eu quando deixei a Prefeitura no dia primeiro, me despedi da minha equipe, me despedi do próprio Bruno, aí eu disse a ele: irmão, agora é com você, jogue duro, siga em frente, confio em você. E, de lá para cá, a gente até se falou algumas vezes, sempre ele me ligando para ouvir algum conselho, mas eu me desliguei inteiramente das atividades administrativas, porque uma coisa tem que ficar muito clara: Bruno é o prefeito e tem capacidade de gerir a cidade, tomar conta da cidade. Montou uma boa equipe, e aí você percebe, de um lado manteve vários quadros que já trabalhavam comigo, então a lógica do governo, do time que ele montou respeita esse lado de continuidade que era um desejo da população, mas do outro lado também renovou, trouxe gente nova, mexeu nas estruturas, o que eu acho muito positivo, porque depois de 8 anos, é claro que é preciso ter mudança. Então Bruno vai conseguir implementar essas mudanças. Agora, ele já assume com desafios grandiosos, assuntos espinhosos, muitos problemas para enfrentar, e eu diria que todos derivam de uma só coisa que é a pandemia. Tem a questão da saúde, mas tem também todo o rebatimento em outras áreas essenciais para a vida da cidade, a exemplo da Assistência Social, o impacto que isso traz para os mais pobres, a educação, porque infelizmente não vai dar para esperar a vacina no braço de todo o mundo, ou seja, a imunização de todos para voltar a educação. Vai ter que voltar antes. Nós já perdemos 2020, não dá para perder também 2021 e esse é um desafio do Bruno. O terceiro desafio que eu apontaria como importantíssimo é o do transporte público. Eu sei que ele está pessoalmente dedicado a isso, ainda na minha gestão nós colocamos R$105 milhões para o transporte público de Salvador não parar. Existe uma das bacias que está sob intervenção, essa intervenção acaba em março, e ele está preparando uma solução, uma saída para que essa intervenção não seja prorrogada e o transporte tenha uma solução mais definitiva.

Será praticamente impossível evitar as comparações entre os dois governos...

Na verdade, é um grande desafio, mas por outro lado Bruno tem uma máquina que está “azeitada”. Ele herdou uma Prefeitura com R$1,6 bilhões em caixa, com mais de R$2 bilhões de operações de crédito contratadas e portanto recursos que ele vai poder tocar, obras e projetos, e mais do que isso, Bruno conhece a cidade e conhece a máquina administrativa de Salvador. Então não tenho dúvida que ele está preparado sim e as comparações, que são naturais, aos poucos vão deixando de existir, primeiro porque ACM Neto jamais ficará como viúva de oito anos de governo. Eu já mudei meu chip, já estou pensando em outras coisas, já estou fazendo outras coisas, e deixei muito claro que não vou ser sombra, aliás, eu dizia isso antes da eleição, não esperem de mim continuar querendo exercer a Prefeitura, não esperem de mim um terceiro mandato, isso está claro. O prefeito é Bruno e quem decide é ele, quem está na linha de frente é ele, eu mudei a minha pauta. Eu acho que isso ajuda também a mostrar claramente que a realidade agora é outra, que nós temos um novo prefeito que com certeza vai ter qualidades e defeitos como todos nós, mas vai ser um bom prefeito para a cidade.

Já iniciou uma série de visitas ao interior. Esse é o começo da pavimentação da sua candidatura ao governo em 2022?

Veja, eu não vou aqui de maneira alguma deixar de dizer a você que o mais provável é que eu dispute o governo do estado em 2022. Agora eu quero transformar isso em algo absolutamente natural. Uma candidatura a governador não pode ser apenas fruto de uma vontade pessoal, de um desejo meu. Ela tem que ser fruto sobretudo de uma vontade dos baianos. Então eu quero transformar isso em algo natural. Esses últimos oito anos, eu tive a minha vida praticamente dedicada a Salvador. Eu, é claro, como uma liderança política, jamais me distanciei do interior, jamais deixei de fazer visitas ao interior, porém o meu foco, a minha atenção, a minha energia estavam concentrados para Salvador pelo meu trabalho como prefeito. Agora a realidade é outra, a prioridade para a minha agenda neste ano de 2021 é o interior. Eu vou dedicar boa parte do meu tempo para viajar pela Bahia. Nesse primeiro momento as nossas viagens têm como objetivo ajudar prefeitos que acabaram de assumir, eu com 8 anos de experiência na Prefeitura de Salvador, eu acumulei muito conhecimento. E eu acho que eu tenho a obrigação de dividir isso com prefeitos que estão chegando e que querem acertar. Nós vamos traçar um plano regionalizado onde a gente possa observar os aspectos socioeconômicos de cada região. Eu quero, inclusive, buscar a colaboração de técnicos e de pessoas do Brasil inteiro para apresentar uma proposta para a Bahia, e aí a gente vai, é claro, passar o ano de 2021 todo debatendo o estado, discutindo a situação de cada localidade da Bahia, não só para ter um diagnóstico completo da realidade, mais do que isso, para a gente poder ter propostas, projetos, ideias novas que pautem um debate pensando em 2022. Agora candidatura ao governo, isso vai acontecer na hora certa, se for algo natural e lógico que ocorra.

Que avaliação você faz desses seis anos do governo Rui Costa e os 14 anos de PT no poder? Há uma fadiga no partido?

Olha, não há dúvida que estão soprando novos ventos na política da Bahia. E o que mais pode confirmar o que estou dizendo aqui foi o resultado da eleição no ano passado, com um grande êxito para os candidatos de oposição, nós ganhamos prefeituras importantíssimas em toda a Bahia. Quer dizer, quando a gente olha ali as 50 maiores cidades, nós ganhamos metade dessas 50 maiores cidades, estamos governando os quatro maiores colégios eleitorais do Estado, hoje são administrados por prefeitos vinculados ao nosso campo político. Olha, eu não sou do tipo de pessoa que aponta o dedo para um adversário e apenas enxerga críticas ou problemas. Não, eu consigo ver pontos positivos e consigo ver pontos negativos. Se você me perguntar: esses seis anos do governador Rui Costa ou os 14 anos de PT na Bahia, foi tudo errado? Não. Existem coisas que foram certas, existem decisões que foram adequadas. E aquilo que foi certo, caso a gente venha governar a Bahia no futuro, será mantido, será preservado. Nós não temos esse problema. Agora, eu olho a Bahia e aí eu destacaria três pontos mais importantes, se eu pudesse tocar em coisas que eu acho que precisam mudar: por um lado, a educação, depois o fortalecimento da economia e depois a segurança pública.

O senador Jaques Wagner é um candidato competitivo, que coloca seu plano de alcançar o governo do estado em risco?

Olha, vamos lá, primeiro lembrando que eu ainda não sou candidato a governador. Então muito cuidado eu tenho que ter quando respondo essa pergunta tão inteligente sua, mas eu preciso ter esse cuidado para deixar isso claro. Segundo, é óbvio que o senador Jaques Wagner, em qualquer circunstância, será um candidato forte e competitivo. Duas vezes governador da Bahia, senador da República, só isso já o credencia a ser um candidato competitivo. Imagine se eu teria o direito de dizer algo diferente, não tenho. Pelo contrário, conhecendo a política como eu conheço, sei que caso o enfrentamento em 2022 se dê entre o senador Jaques Wagner e eu, por exemplo, vai ser uma disputa bastante acirrada. Então em qualquer circunstância o senador Jaques Wagner é um candidato competitivo. Eu aqui não estou elogiando e nem criticando o Jaques Wagner, estou apenas falando objetivamente. Pela posição que ele ocupa hoje, pelo que ele já exerceu como governador duas vezes, é claro que é um nome conhecido, é um nome que tem hoje o conhecimento da Bahia, e, portanto, óbvio, é um nome competitivo.

Como presidente Nacional do Democratas, como estão as conversas e o que há realmente de verdade nessa articulação para tentar convencer o apresentador Luciano Huck a ser candidato a Presidente da República?

Vamos lá. Primeiro, Luciano é hoje um querido amigo, eu tenho uma relação muito próxima dele, conheço Luciano. As pessoas, a grande maioria dos brasileiros conhecem o Luciano Huck da televisão, o apresentador que é bastante conhecido porque tem ali uma grande vitrine que é o seu programa de televisão. Eu não. Eu conheço o homem Luciano Huck. Um cara que tem espírito público, que conhece o Brasil e quer ajudar o país. É um sujeito diferenciado. Se cercou de cabeças muito importantes, ou seja, tem uma rede de relacionamento que permite construção diferente do que a gente está acostumado a ver no dia a dia. Então é um cara que tem ideias, que gosta de discutir ideias, enfim. Agora, o que é que tem de verdade em Luciano Huck ser candidato a Presidente da República pelo Democratas? Nesse momento nada. Nesse momento não existe isso. Luciano Huck vai ser candidato a Presidente da República? Eu não sei. Só quem pode responder isso é o próprio Luciano Huck. Caso ele decida ser candidato a Presidente da República, será pelo Democratas? Também não sei. Porque essa discussão nunca existiu. Então não há essa conversa na pauta, eu converso muito com ele sobre o presente, sobre o futuro do Brasil. Agora não tratamos se ele será ou não candidato a Presidente, caso seja, se será ou não pelo Democratas. O que eu posso dizer é que Luciano Huck é um cara que tem muito a contribuir com a política brasileira. Eu acho. Eu estou falando por mim, não estou falando por ele. Agora, sendo candidato ou não sendo. Candidato a quê? Quando? Então essas respostas todas só quem poderá dar é o próprio Luciano Huck.

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POLÍTICA

Vereadora Marta Rodrigues defende pessoas em situação de vulnerabilidade em reunião com o secretário Kiki Bispo

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Foto: Assessoria da Vereadora

Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Democracia da Câmara Municipal de Salvador, a vereadora Marta Rodrigues (PT) se reuniu, na tarde de quarta-feira (20), com o secretário municipal de Combate à Pobreza Esportes e Lazer (Sempre), Kiki Bispo, para discutir a inclusão da população em situação de rua no plano de vacinação da Prefeitura de Salvador. Participaram do encontro a coordenadora do Movimento Nacional de População de Rua (MNPR), Sueli Oliveira, e o integrante do Fórum de Catadoras e Catadores da Rua, Anemone da Paz.

Para a vereadora Marta Rodrigues, é importante que a Prefeitura ouça a população em situação de vulnerabilidade, os conselhos municipais, a exemplo do de Saúde e Assistência Social, além dos comitês intersetoriais. Ela frisa que o momento é delicado por causa da angústia com a pandemia e espera da vacina. “Este é um processo que requer muita escuta, participação para que a vacinação ocorra para quem mais precisa”, declarou Marta.

A reunião foi um pedido das entidades que estão preocupadas com os riscos aos quais a população de rua está submetida por ter alto índice de vulnerabilidade. “A população em situação de rua tem de 5 a 10 vezes mais chances de se infectar por Covid-19 e 5 a 10 vezes maior risco de morte por esta doença. São dados nacionais com os quais trabalhamos”, explicou Sueli.

Segundo dados do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), existem em Salvador cerca de 8 mil pessoas em situação de rua. Segundo Sueli, o número é defasado, pois a contagem não é refeita. “A última pesquisa, que não é do SUAS, mas foi elaborada pelo Projeto Axé em parceria com a Ufba, de 2017, projetou uma estimativa de 14 a 17 mil pessoas que utilizavam as ruas da capital para moradia ou sustento”, informou a coordenadora do MNPR.

O secretário municipal Kiki Bispo escutou as demandas e se prontificou a levar a questão também para o secretário de Saúde, Leo Prates, acrescentando que a Prefeitura está no aguardo da chegada de mais doses da vacina. “Estamos atentos a todas essas questões, e com certeza, vamos estar pontuando a importância da população em situação de rua”, disse Kiki.

Já Anemone pontuou a necessidade de acompanhamento da população em situação de rua para não haver subnotificação. “Não sabemos quantos morreram desta doença”, destaco

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