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E.C. BAHIA

Tranquilidade: Roger pede calma ao grupo para voltar a vencer

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O entrevistado antes do treino desta quinta-feira (1) foi o técnico Roger Machado. O treinador falou sobre as dificuldades de enfrentar o Flamengo e afirmou que conta com a torcida para voltar a vencer.

“A dificuldade é a de sempre de enfrentar o Flamengo, em qualquer circunstância, com qualquer mando, seja jogando em casa ou na casa do adversário. O momento que vivemos é de resgate também. Depois de alguns jogos sem vencer, jogando dentro de casa, sabemos que tem muitos ingressos vendidos, nossa torcida vai comparecer em massa, e o que ela deseja ver é nosso time retomando o caminho das vitórias como até pouco tempo acontecia. Nada melhor do que uma oportunidade como essa para voltar a vencer.”, disse.

Vindo de cinco jogos sem triunfo, Roger afirmou que procura sempre passar tranquilidade aos jogadores nesses momentos. Para o treinador, se o grupo conseguir manter a calma, consegue fazer o que eles sabem.

“Braço e perna são ferramentas. O que manda no corpo é a cabeça. No momento de instabilidade, de pressão, se eu entender que não posso fazer, eu não posso fazer, não vou conseguir fazer. Tento passar tranquilidade para os atletas para que eles façam o que sabem. As correções muitas vezes são individuais, por posição. Tenho bastante facilidade para orientar, seja atacante ou defensor. No vídeo agora foi justamente isso, a gente não conseguiu girar a bola para bater no outro corredor. Não tivemos a capacidade de enxergar o campo as costas para girar e observar o outro corredor. Quando se está mais tenso, nervoso, o foco fica fechado, você presta atenção mais na bola e perde o contato com o ambiente que faz parte do jogo, e você precisa fazer a leitura correta. Alguns entendem que temos que treinar mais para as coisas voltarem a acontecer. Muitas vezes não precisa disso. Tem que ter tranquilidade para fazer o que sabe. Só isso. Peço calma, eles vão voltar a fazer gol, movimento está certo. Erra um passe que não erra constantemente. É preciso ter tranquilidade, estar seguro que a orientação passada é correta, coerente. A pressão externa não pode balizar o que fazemos internamente. Se está tenso, perde a espontaneidade dos gestos. Isso atrapalha o jogador de alto nível. Nós todos, quando chegamos ao alto nível, nos parecemos. A diferença de um para outro é quanto peso se consegue carregar sem envergar. Essa é a diferença”, falou.

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