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A aproximadamente seis meses das eleições para governador, seis candidatos já se colocaram na disputa na Bahia. Os partidos têm até o início de agosto para realizar convenções, quando terminará o prazo de oficialização das candidaturas. Segundo o calendário, os partidos devem realizar as convenções entre os dias 20 de julho e 5 de agosto.

O último dia para registro é 15 de agosto. Até ontem, entre os concorrentes estão o atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), que busca reeleição; o ex-prefeito de Salvador João Henrique Carneiro (PRTB); o deputado federal João Gualberto (PSDB); o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo; João Santana (MDB) e Marcos Mendes (PSOL). Conheça abaixo mais sobre cada um.

>> Nomes até agora na disputa

Rui Costa (PT), governador 

O governador é filiado ao PT desde os anos 1980. O primeiro cargo público dele foi ocupado 20 anos depois da filiação, em 2000, quando foi eleito vereador da capital e reeleito por mais quatro anos. Em 2016, foi candidato a deputado federal, porém não obteve sucesso no pleito. No ano seguinte, na gestão do ex-governador Jaques Wagner (PT) assumiu a Secretaria de Relações Institucionais. Em 2010, foi eleito deputado federal. Dois anos depois, em 2012, assumiu nova secretaria no segundo mandato de Wagner, desta vez a Casa Civil. Em 2014, Rui se elegeu governador da Bahia em primeiro turno.  Em uma rede social, o governador afirmou que no momento, eleição não seria o foco principal. “Minha prioridade é manter o ritmo ‘correria’ e continuar cumprindo compromissos. Avançamos muito, mas ainda há muito a ser feito”, afirmou.

João Gualberto (PSDB), deputado

Deputado federal e atual presidente do PSDB na Bahia, exerceu o primeiro mandato eletivo como prefeito de Mata de São João, no litoral norte, sendo reeleito. Em 2014, foi eleito deputado federal, tornando-se um dos líderes dos chamados ‘cabeças pretas’ – em oposição aos ‘cabeças brancas’ do partido, um grupo que  pressionava para que os tucanos entregassem os cargos que tinham no criticado governo de Michel Temer. “Como também temos pré-candidato à Presidência da República [Geraldo Alckmin, governador de São Paulo], o PSDB teve disposição de lançar meu nome ao governo da Bahia”, afirmou Gualberto.

José Ronaldo (DEM), ex-prefeito de Feira

Foi vereador de Feira de Santana por um mandato, prefeito por dois mandatos consecutivos, durante os anos de 2001 e 2008. Zé Ronaldo foi eleito novamente em 2012, reeleito em 2016 e exerceu o mandato até o último sábado, quando renunciou ao cargo para se candidatar ao governo da Bahia. Ele também ocupou os cargos de deputado estadual e federal.  “A partir de hoje começamos a desenvolver um trabalho intenso de visitar todo o Estado, construindo e apresentando propostas junto com os demais parceiros”, disse, no último sábado, durante anúncio da renúncia.

João Henrique (PRTB), ex-prefeito

Ex-prefeito de Salvador por dois mandatos, João Henrique também esteve na Câmara Municipal da capital baiana por cerca de seis anos, quando interrompeu o segundo mandato, foi eleito deputado estadual e reeleito nos dois pleitos seguintes. Na Câmara, ele foi autor do projeto de lei dos Conselhos Tutelares de Salvador e também recebeu o título de ‘Melhor Vereador do Ano’ durante quatro anos consecutivos. Como deputado estadual, foi premiado como ‘Destaque Parlamentar’, em 1998. Em 2004, foi eleito prefeito de Salvador no primeiro turno; na eleição seguinte, mesmo com popularidade baixa, foi reeleito. Em 2016, João Henrique se candidatou a vereador da cidade, porém sem sucesso.

Marcos Mendes (Psol)

Candidatou-se a deputado federal em 2006. Nas eleições de 2008 e 2012 foi candidato a vereador de Salvador, e, também em 2010 e 2014, disputou o cargo de governador da Bahia. Ele é formado em geologia pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), especialista em meio ambiente, pós-graduado em gestão pública municipal e Governamental, mestre em geologia ambiental. A vida pública de Mendes começou quando ele era estudante e militante do movimento de classe. “Pretendo apresentar uma verdadeira via alternativa para os baianos”, declarou o político durante o 6º Congresso Estadual do SOL-BA, que definiu o nome dele como pré-candidato do partido.

 

João Santana (MDB)

João Santana é ex-ministro da Integração e atual presidente estadual do MBD na Bahia. Ele também já foi chefe de manutenção geral do Complexo Hidroelétrico da Central do Funil; superintendente do INSS na Bahia; presidente da Companhia de Habitação do Estado da Bahia (Urbis) e da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). Santana também presidiu a seção baiana da Fundação Ulysses Guimarães, do MDB. Em Salvador, foi secretário municipal de Serviços Públicos. João Santana é formado em engenharia elétrica pela Escola de Eletromecânica da Bahia. “O MDB é um partido cuja tradição é participar dos processos eleitorais do País, com importância política na história do Brasil, quando encabeçou a luta contra a ditadura. Temos presença marcante   no estado da Bahia e somos a maior estrutura política do Brasil”, disse.

informações do Correio

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POLÍTICA

Wagner chama Moro de ‘agente político de toga’ e o acusa de perseguir Lula

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O ex-ministro Jaques Wagner (PT) afirmou neste sábado (14) que o juiz federal Sergio Moro desrespeita a hierarquia judicial para perseguir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na publicação, veiculada por meio do Facebook, Wagner se refere à atuação de Moro no episódio em que o desembargador Rogério Favreto, do TRF-4, concedeu habeas corpus em favor da soltura de Lula, no último domingo (8). Na ocasião, o juiz interveio para derrubar o despacho do desembargador —imbóglio que, naquele mesmo dia, só chegou ao fim após o relator do processo do líder petista, João Pedro Gebran Neto, determinar que a Polícia Federal o mantivesse preso.

O ex-governador, que também acusa a grande mídia de promover uma “devassa” contra o ex-presidente, diz que o juiz de Curitiba é retratado como herói nacional pela mídia e segue acima das leis e das críticas.

“Enquanto isso, Sérgio Moro, que condenou sem provas e repetidamente se comporta como um agente político de toga, aparecendo ao lado de tucanos e desrespeitando a hierarquia judicial para perseguir Lula, segue acima das leis e das críticas”, escreveu Wagner, num post que traz um folder com as imagens de Moro e Favreto.

fonte BNEWS

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POLÍTICA

Com mais de 4 mil doações, Lula lidera arrecadação de vaquinha virtual

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Um levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo mostra um ranking de todas as vaquinhas virtuais para campanhas eleitorais pré-candidatos à repúblicas. Na lista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em primeiro lugar, com o total de R$ 381 mil.

Ainda se acordo com a publicação, até a tarde desta última sexta-feira (13), o petista já alcançava a marca de 4.096 doações na plataforma. Em segunda posição está João Amoêdo, pré-candidato pelo Novo, com R$ 265,8 mil. Já em terceiro encontra-se Ciro Gomes, que concorre pelo PDT, com R$ 44,2 mil.

Confira:

Lula (PT): 381 mil
João Amoêdo (Novo): 265,8 mil
Ciro Gomes (PDT): 44,2 mil
Manuela D’Ávila (PCdoB): 40,4mil
Álvaro Dias (Podemos): 28,8 mil
Guilherme Boulos (PSOL): 25,2 mil
Paulo Rabello (PSC): 3,3 mil
João Goulart Filho (PPL): 1,8 mil

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POLÍTICA

ACM Neto diz que críticas de Rui Costa à educação em Salvador parecem piada

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“Se não fosse trágico seria cômico, porque é uma piada o governador dizer uma coisa dessas”, disse o prefeito ACM Neto hoje (10) ao saber das declarações de Rui Costa sobre o número de alunos matriculados no Ensino Fundamental em Salvador junto a unidades de ensino geridas pela Prefeitura e pelo Estado. Em entrevista, Rui Costa disse que 80 mil alunos das turmas fundamentais estão matriculadas em escolas geridas pelo Estado, número que seria superior aos estudantes que fazem parte da rede municipal nessa mesma faixa de ensino, o que não corresponde à verdade.

A rede municipal de Salvador possui 118.321 alunos de Ensino Fundamental. O Estado, em sua rede, tem 100.710 nessa mesma faixa de ensino. “Ou seja, o governador ou faltou com a verdade para fazer proselitismo político ou desconhece a realidade dos números. É preciso ter mais seriedade para tratar desses assuntos, ainda mais um governador que não construiu uma escola sequer em Salvador, enquanto nós, de 2013 para cá, já entregamos 230. Além disso, investimos percentualmente muito mais recursos do orçamento na educação do que o Estado. Por isso somos a capital que mais cresceu no Ideb, enquanto a Bahia não consegue avançar”, ressaltou ACM Neto.

O prefeito disse ainda que o governador desconhece a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). O artigo 211 da Carta Magna diz que cabe aos estados e municípios a gestão compartilhada do Ensino Fundamental. Aos municípios, cabe exclusivamente a gestão da Educação Infantil, e ao Estado a do Ensino Médio. Já o artigo 10 da LDB é claro ao afirmar que deve haver a distribuição proporcional das responsabilidades da gestão do Ensino Fundamental entre os dois níveis federados.

“Isso de fato não está acontecendo, essa responsabilidade compartilhada. Porque o município, mesmo arrecadando menos que o Estado em Salvador, investe mais recursos no Ensino Fundamental, quando deveria ser o contrário, se tivéssemos um governador de fato preocupado com a educação tanto quando está em fazer politicagem”, finalizou ACM Neto.

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Cajazeiras e Região