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“Lutamos muito” Diz Enderson Moreira sobre o empate com Palmeiras

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Após o empate em 1 a 1 com o Palmeiras, neste domingo (16), o técnico Enderson Moreira falou sobre o jogo em coletiva de imprensa na Fonte Nova. O treinador elogiou a postura do time em campo e disse que o resultado foi injusto.

“Não posso olhar para esse jogo e dizer que minha equipe não produziu. Merecíamos um resultado diferente. Não posso enxergar que fizemos um jogo abaixo do Palmeiras, de maneira nenhuma”, falou o técnico

Enderson comentou também a postura do time paulista e o pouco êxito do Tricolor nos contra-ataques. “Eles colocaram William e Dudu, dois jogadores que não estavam recompondo, assim como o Lucas Lima, mas o restante não avançou. O meio ficava aberto, a gente conseguia roubar a bola, mas até chegar no gol eles iam contemporizando, correndo para trás. Nem sempre conseguimos sair em velocidade e ser agressivos. Realmente em alguns momentos no faltou o último passe. Mas é a ansiedade de fazer o gol. Queríamos entregar ao torcedor o triunfo. Tentamos de todas as formas. Infelizmente, na bola parada, sofremos o gol de empate”.

O treinador ainda elogiou a postura do garoto Ramires, de 18 anos, que deu a assistência do gol de Gilberto e atuou pela primeira vez por 90 minutos. “Ele tem dado passos consistentes. Para lançar jogador jovem é necessário ter muita atenção, para não entusiasmar demais, para fazer a ascensão até a titularidade, realmente virar profissional de maneira tranquila. Sempre olho e vejo se ele se recupera bem. Vamos avaliar. No jogo passado ele sentiu o ritmo da partida. Hoje ele hoje atuou o jogo inteiro, com ótima participação. Ele está virando uma realidade, a gente fica feliz. Tem caminhado muito bem nesse sentido”, disse.

Por fim, Enderson falou sobre as vais da torcida ao final do jogo. “Queremos sempre conquistar os três pontos. Sempre! Entendo a chateação, mas gostaria que eles reconhecessem o esforço que foi feito para enfrentar uma grande equipe. Não somos um time que busca só o contra-ataques. O Palmeiras tem jogado fora de casa e vencido. Hoje eles estiveram muito perto de conhecer uma derrota. Temos que reconhecer a determinação, vontade dos atletas. Tenho orgulho de estar no Bahia. Estamos trabalhando, tentando fazer o máximo, o melhor. O que mais quero é entregar uma equipe que possa jogar bem e entregar os três pontos sempre. Não abro mão disso”

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E.C. BAHIA

Jogadores do bahia lamentam atuação, mas valorizam classificação

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Após empatar com o Rio Branco em 2 a 2 e se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil, os jogadores do Bahia falaram com a imprensa na saída do campo.

O lateral Moisés falou sobre as condições do gramado da Arena da Floresta, mas valorizou bastante a classificação.

“Campo dificulta, mas para as duas equipes. Classificação vale muito. Esse era o nosso objetivo. Tivemos grandes oportunidade para sair mais tranquilo. Tem que botar em pauta a classificação”, disse.

Já o goleiro Douglas comentou sobre as dificuldades da partida e elogiou a postura da equipe.

“Partida difícil, mas foi mais importante a nossa postura diante das nossas dificuldades. O jogo se tornou difícil. A gente tem que saber lidar com essas situações”, avaliou.

O Tricolor retorna para Salvador ainda na madrugada desta quinta-feira (14) e volta as atenções para mais uma partida do Campeonato Baiano. No próximo domingo (14) enfrenta o Conquista, às 17h, no estádio Lomanto Júnior.

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Cláudio Prates discordou da arbitragem em lances capitais

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Comandante do Bahia no empate por 1×1 diante do Atlético Alagoinhas nesta quarta-feira (6), Cláudio Prates reclamou de dois lances capitais que poderiam ter mudado o desfecho da partida.

“Vocês vão me ver falar muito pouco, mas eu fiz questão de pegar com o analista. A bola não saiu toda, gol claro do Caique e o pênalti achei bem mais pênalti do que o que eles tiveram. Ele apóia nas costas do Matheus (Silva) e segura o braço do Matheus. Já falei que os atletas poderiam dar mais, a gente poderia e eu me coloco no meio também. Mas infelizmente foram lances capitais”, pontuou.

O auxiliar tricolor destacou o poder de reação dos jogadores após o gol sofrido no início do primeiro tempo, mas também admitiu que faltou um pouco mais tranquilidade com a bola nos pés.

“Acho que a gente continuou a pecar até pela voluntariedade dos meninos. Logo que a gente sofreu o gol a gente já teve a situação logo de empate e estavam sendo muito verticais. Mas o campo e o clima não favorecia isso. Tínhamos que ter circulado um pouco mais a bola”.

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Perto da ‘estreia’, Anderson vê mudanças com bons olhos

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O goleiro Anderson terá a sua primeira oportunidade de começar uma partida oficial na temporada de 2019. Ele, nesta terça-feira (29), foi quem sentou na cadeira da sala de imprensa e falou sobre a expectativa para o jogo desta quarta (30), na Fonte Nova, diante da equipe do Bahia de Feira.

“O Enderson fala que não tem titular. Por isso que ele está rodando a equipe. Isso aí a gente tem que respeitar a equipe do Bahia de Feira, jogar bem e botar um trevo na cabeça dele. É isso que ele gosta, ganha bem para não dormir [risos]. Tem que jogar bem, e ele pensar em quem vai colocar no Ba-Vi”, respondeu.

Anderson, como de costume, aproveitou o final da atividade desta terça e treinou cobranças de faltas. Na coletiva ele também comentou sobre essa novidade: “Treino bastante. Sempre que os caras treinam deixo eles baterem primeiro. O Shaylon, Flávio, Guilherme. Depois vou ali e bato. A gente vai se aprimorando. O futebol exige o goleiro ser técnico, batendo falta, saindo jogando. O futebol está evoluindo”, disse.

Com o planejamento adotado pelo clube, abrindo espaço para utilização de quase todo elenco profissional, quase todos os atletas já tiveram ou terão uma oportunidade de atuar no primeiro semestre. Anderson, um dos mais experientes do grupo, gosta da ideia e revelou o teor das conversas com atletas mais novos.

“Digo para os mais novos que toda vez que visto a camisa do Bahia é como um aniversário, uma honra para mim. Falei para eles que lembro quando vim aqui há quatro temporadas, que falei que ia fazer três meses, mas parecia que tinha quatro anos. Fiz e quero fazer mais. E isso se faz com jogos”, concluiu.

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