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[sg_popup id=”14″ event=”onload”][/sg_popup]Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2016 têm até o dia 29 de junho deste ano para sacar o beneficio. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mais de 21,7 milhões de trabalhadores já realizaram os saques, que totalizaram R$ 16,1 bilhões. Ainda há mais de R$ 2 bilhões disponíveis para serem pagos a 2,7 milhões de pessoas.

O Abono Salarial ano-base PIS/Pasep exercício 2017/2018 começou a ser pago em 27 de julho de 2017 e já foi acessado por 88,9% do total de trabalhadores com direito ao saque. O valor do beneficio é proporcional à quantidade de meses trabalhados em 2016 e varia de R$ 80 a R$ 954.

Os recursos que não forem retirados até o prazo final vão voltar para Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e serão usados para o pagamento do Seguro-Desemprego e do Abono Salarial do próximo ano.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial ano-base 2016, é preciso ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país.

Trabalhadores da iniciativa privada fazem o saque pela Caixa, enquanto os servidores públicos recebem pelo Banco do Brasil. A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.

informações do Aratu On Line

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MOBILIDADE

Paralisação parcial de rodoviários causou transtornos em Salvador

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Parte dos motoristas e cobradores de ônibus de Salvador fizeram uma pequena paralisação nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (15). Após assembleias em frente às garagens dos coletivos, cerca de 900 ônibus da linha verde começaram a circular normalmente. Os veículos deixaram os espaços, rumo aos pontos da cidade, por volta das 8h

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TUDO SOBRE

Última seresta: adeus a Nira Guerreira tem arrocha e fãs inconsoláveis

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(Foto: Arisson Marinho/CORREIO)

Em uma noite no antigo bar Língua de Prata, em Itapuã, o operador de fotocopiadora Jorge dos Santos, hoje com 40 anos, tinha à mesa apenas duas companhias: um copo de whisky e um maço de cigarros. Até que, do palco, Nira Guerreira começou a cantar um dos seus maiores sucessos: A Culpa é Sua. Jorge então avistou Roberta do Carmo, hoje com 39, e a convidou para arrochar no meio do salão. Virou casamento.

Nesta terça-feira (10), no Cemitério Bosque da Paz, em Nova Brasília, Jorge e Roberta eram dois dos anônimos a entrar na fila que se formou para se aproximar do corpo da cantora. “Aquela noite foi muito marcante. Viramos fãs dela e nos casamos um ano depois. Nossa paixão por Nira só aumentou”, contou Roberto, que se emocionou quando a multidão puxou A Culpa é Sua no momento em que o caixão era colocado na sepultura.

Entre os fãs, amigos e familiares que encheram o cemitério para se despedir da Rainha do Arrocha, certamente havia muitos dos personagens que estavam nas letras de suas músicas e, consequentemente, em seus shows. Na sua última seresta, até o garçom que tanto “encheu o saco para fechar o bar” deveria estar ali. Quem sabe chegou em um dos três ônibus cedidos pela prefeitura para levar admiradores da Guerreira.

Teniura Menezes da Silva, que tinha 57 anos, iniciou a carreira cantando serestas nas noites de Salvador, no início dos anos 2000. A casa de shows Marechal.Com, no bairro de Marechal Rondon, começou a lotar nas noites em que ela era a atração. Josué Assis, hoje produtor musical de Pablo, teria sido o primeiro a enxergar o seu talento. Ontem, como que retribuindo a projeção que Nira lhe deu, Josué organizava todo o sepultamento e, muito abalado, sequer conseguiu nos dar entrevista.

Guitarrista e um dos primeiros músicos de Nira, Eurico Freire, o Lico Bass, 45 anos, diz que ela cantava com a mesma vontade seja lá qual fosse o público. “O show podia ter uma pessoa e ela cantava como se fosse um milhão”, lembra Lico. “Foram cinco anos no palco com ela e nenhum aborrecimento. Tenho orgulho de ter convivido com uma pessoa amável como ela”, revela. Nira, confirmaram os diversos músicos que estavam no Bosque da Paz, foi não só a rainha, mas a precursora do arrocha. Teria surgido antes de nomes como Pablo e Silvano Sales. Ausentes no último adeus à rainha, Pablo e Silvano deixaram mensagens em redes sociais.

“Pablo veio no embalo dela. Silvano também”, afirmou o tecladista Adailton Gomes, o Júnior Fofão, 39 anos. Fofão, aliás, acompanhou Nira do primeiro ao último show. Integrante da banda desde o Marechal.Com, viu Nira virar rainha nas noites no Língua, no Megashow do Retiro e no espaço Vista Alegre, em Cajazeiras. Em fevereiro deste ano, comandou os teclados no último show oficial da cantora. “Nem lembro mais onde foi. Estou tão atordoado. Eu sei é que, no auge, a gente fazia três shows na noite”, recordou Fofão.

O sepultamento do corpo da rainha virou um encontro forçado de artistas. Quantas lembranças… Alguém citou o show inesquecível de Nira Guerreira, Silvano Sales e Lairton e Seus Teclados em uma casa de shows de Águas Claras. E no Carnaval? O arrocha estourou de fato, acredita o guitarrista Lico, no trio elétrico que reuniu Nira Guerreira, Asas Livres, Pablo e Márcio Moreno. “Aquele carnaval fez o arrocha estourar nacionalmente”.

Surge Nara Costa. Com uma nova estrela do arrocha estourada, vem a dúvida. Quem é a verdadeira rainha? A rivalidade, ao menos pelo lado de Nira, fica entre os fãs. “Ela não ligava muito para isso. Até tentou se aproximar de Nara, mas não sentia que era recíproco. O que sei é que, na noite que Nira abriu para o show de Nara, o povo lá embaixo disse que a rainha mesmo era Nira”, lembra, sorrindo, um músico que preferiu não se identificar. Nara, como Pablo e Silvano, também escreveu uma mensagem de pesar nas redes sociais.

Em um universo de duas rainhas e com tantos arrocheiros que vieram depois de Nira, o fato é que muitos fãs nunca a abandonaram. Tanto que, entre os inconsoláveis da última seresta de Nira estava Emerson Brandão, o Chaveirinho, criador dos fãs clubes 100% Nira Guerreira e Sempre Demais. Em 2008, Chaveirinho começou a trabalhar como produtor da cantora que idolatrava. Hoje, tenta emplacar a carreira de cantor e compositor. Chaveirinho do Arrocha era mais um que mal conseguia falar.

Nira também foi incentivadora da curiosa ligação entre o arrocha e uma iguaria baiana: o cozido. A mistura de carnes e verduras com pirão e molho lambão chegou a embalar noites românticas com Nira Guerreira em Colina Azul e Pau da Lima, entre outros bairros. Assim, como a primeira rainha do arrocha e produtora de cozidos famosos, Nira criou sozinha três filhos: duas mulheres e um homem, que lhe deram sete netos. Em 2015, descobriu que tinha câncer de mama. Fez uma cirurgia e foi dada como curada.

Há um mês, o câncer voltou e atingiu outros órgãos, inclusive o pulmão. Morreu na terça-feira, no Hospital Aristides Maltez, em Brotas. Após a homenagem em que todos cantaram A Culpa é Sua, alguém discursou: “O céu está em festa! As trombetas dos anjos vão receber a nossa rainha Nira Guerreira”. Quem sabe os anjos saibam tocar trombetas em ritmo de arrocha.

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TUDO SOBRE

Reajuste do Bolsa Família pode ser anunciado em abril ou maio

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[sg_popup id=”14″ event=”onload”][/sg_popup] O novo ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, disse que o reajuste do programa Bolsa Família ainda não foi definido, mas que pode ser anunciado em maio ou ainda este mês: “as propostas estão colocadas, há uma discussão ainda dentro do governo para definição dos percentuais, da forma de fazer esse reajuste e acredito que ainda em abril ou maio teremos essa definição e o anúncio do reajuste do Bolsa”.

 

Beltrame tomou posse hoje (10) como chefe da pasta, no lugar de Osmar Terra. O antigo ministro chegou a dizer que o reajuste seria anunciado em março, o que acabou não ocorrendo. Beltrame acrescentou que o governo pensa em um reajuste maior que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

“Estamos trabalhando com percentuais acima do IPCA, que é 2,95%, não temos ainda uma definição. Construímos vários cenários para apresentar ao presidente temer e à equipe econômica e em breve acredito que tenhamos uma definição”. Em junho de 2016, o governo – com Temer ainda como interino na presidência – reajustou o programa em 12,5%.

Perfil

O ministro do Desenvolvimento Social é Alberto Beltrame, que ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta desde maio de 2016. Ele é médico pediatra, especialista em administração hospitalar e mestre em gestão de sistemas de saúde.

Na área de assistência social, foi presidente da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social e diretor do Trabalho na Secretaria Estadual do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio Grande do Sul. Ele assume no lugar de Osmar Terra.

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Cajazeiras e Região